MASCULINIDADE TÓXICA E EDUCAÇÃO CRÍTICA

Desconstruindo normas de gênero no ensino de língua inglesa

Autores

  • Dayanny Marins Coelho Universidade Federal de Goiás
  • Samara Leandro de Oliveira Universidade Federal de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.1234/

Palavras-chave:

masculinidades; Análise Crítica do Discurso; ensino de língua inglesa; formação crítica; gênero.

Resumo

Este artigo analisa discursos sobre masculinidade tóxica emergentes no contexto da formação inicial de professores, investigando as percepções e debates de acadêmicos do sexto período de um curso de Letras durante as aulas de língua inglesa. O arcabouço teórico-conceitual compreende as formulações sobre gênero, discurso e decolonialidade propostas por Beauvoir (1967), Moita Lopes (2002), Butler (2003), Fanon (2008), Maldonado-Torres (2008), Foucault (2011), hooks (2015), Louro (2016) e Morantes-Africano (2023). Alinha-se, ademais, aos pressupostos da Análise Crítica do Discurso (ACD) propostos por Fairclough (2008), compreendendo a linguagem como prática social mediadora de poder. A metodologia adotada é qualitativa e de cunho interpretativista, caracterizando-se como um estudo de caso focado nas interações discursivas cotidianas. Os resultados evidenciam uma ampliação da consciência crítica dos discentes, os quais articularam reflexões profundas acerca da urgência de desmantelar estereótipos de gênero e fomentar práticas sociais mais equitativas. Conclui-se que a sala de aula de língua estrangeira se configura como um espaço político essencial para promover o diálogo crítico e combater violências simbólicas e estruturais.

Biografia do Autor

  • Dayanny Marins Coelho, Universidade Federal de Goiás

    Doutoranda em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Goiás (desde 2021). Mestra em Estudos da Linguagem pela mesma instituição (2018). Especialista em Docência do Ensino Superior pela Faculdade Apogeu (2012) e em Linguagens e Práticas de Ensino pela Universidade Estadual de Goiás (2023). Graduada em Letras pela Universidade Estadual de Goiás (2010). Atualmente, desenvolve pesquisas na área de Ensino e Aprendizagem de Línguas. Desde 2020, integra o grupo de estudos Transição, coordenado por Rosane Rocha Pessoa (UFG) e Viviane Pires Viana Silvestre (UEG).

  • Samara Leandro de Oliveira, Universidade Federal de Goiás

    Mestra em Letras e Linguística (2024) pelo Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística (PPGLL) da Universidade Federal de Goiás (UFG). Graduada em Pedagogia (2020) e em Letras: Língua Portuguesa e Língua Inglesa e suas Literaturas (2018) pela Universidade Estadual de Goiás (UEG). Especialista em Alfabetização e Letramento (2022) pela Faculdade Pitágoras Anhanguera Unopar e em Língua Inglesa (2020) pela Faculdade Venda Nova do Imigrante. É integrante do Laboratório de Processamento de Linguagem (LAPROLIN) da UFG (2023-atual), com foco em Aquisição de Segundas Línguas (ASL). Possui experiência em aquisição fonológica de Segunda Língua (L2), com ênfase em fonética acústica experimental, atuando no inglês, espanhol e português brasileiro. Seus interesses de pesquisa são: instrução explícita; treinamento perceptual de aspectos fonético-fonológicos; teoria fonológica; modelos de análise; materiais didáticos para o ensino de pronúncia e abordagens cognitivas na aquisição de línguas.

Referências

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Publicado

31-07-2026

Como Citar

MARINS COELHO, Dayanny; LEANDRO DE OLIVEIRA, Samara. MASCULINIDADE TÓXICA E EDUCAÇÃO CRÍTICA: Desconstruindo normas de gênero no ensino de língua inglesa. Revista Letras Escreve, [S. l.], v. 15, n. 1, p. 1–13, 2026. DOI: 10.1234/. Disponível em: https://periodicos.unifap.br/letrasescreve/article/view/716. Acesso em: 11 ago. 2026.

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