ESCOLA RURAL E ESCOLA DO CAMPO NO BRASIL: antagonismo, desafios e práticas
Palavras-chave:
Educação. Políticas Públicas. Direitos sociais. Ambiente.Resumo
A educação formal, genericamente, partiu das necessidades das relações capitalista de adequar os sujeitos/trabalhadores aos requisitos mínimos de empregabilidade e execução de funções, sem considerar as especificidades do contexto particular dos sujeitos. Nesses aspectos, sob o olhar histórico do desenvolvimento capitalista, este artigo objetiva analisar questões e tensões que incidiram na conceituação e concepção da Educação Rural e da Educação do Campo e as ações e desafios enfrentados com as tecnologias neste contexto. Conclui-se que a educação rural, por estratégias de aprendizagem e conteúdos conservadores, reverbera uma política de produção territorial voltada para a concentração da riqueza da classe dos latifundiários e da burguesia rural. Enquanto, a Educação do Campo amplia o horizonte social para a resistência e reprodução do campesinato e da pequena propriedade como forma de reproduzir a vida no campo e na cidade.







