RESILIÊNCIA SOCIOAMBIENTAL E GESTÃO AMBIENTAL EM ASSOCIAÇÃO E COOPERATIVAS RURAIS DA AMAZÔNIA: o Plano AmaSustenta como ferramenta de adaptação climática e desenvolvimento local no nordeste paraense
Palavras-chave:
Pará. Governança territorial. Crise climática.Resumo
A gestão ambiental em instituições associativas rurais do nordeste paraense requer ser analisada sob a perspectiva da resiliência socioambiental. A pesquisa que originou este artigo adotou abordagem quali-quantitativa e avaliou quatro cooperativas e uma associação por meio de um modelo de referência para avaliação de desempenho da cadeia de suprimento local, com foco no módulo de gestão ambiental, aplicando uma matriz estruturada de verificação. Os resultados revelam média geral de 2,2 (em escala de 1 a 5) no aspecto plano ambiental, evidenciando fragilidades na capacidade adaptativa das instituições frente às mudanças climáticas, com exceção de uma instituição, a Cooperativa de Agricultores Familiares de São Miguel do Guamá, que obteve médias entre 3,0 e 5,0. Propõe-se, assim, uma ferramenta, Plano AmaSustenta, que se constitui em estratégia low-regret de fortalecimento da capacidade adaptativa de comunidades rurais amazônicas, articulando gestão ambiental participativa e governança territorial.







