Edições anteriores

  • Dossiê Escrevivências sobre bem viveres e resistências contracoloniais
    v. 18 n. 4 (2025)

    Os artigos da coletânea Escrevivências sobre bem viveres e resistências contracoloniais falam de realidades pessoais em contextos diversos, por isso as palavras do título estão no plural. Em perspectivas subjetivas, as autoras e autores tocam em situações e experiências vividas que na maioria dos casos refletem buscas, desafios e dores. Coisas distantes da ideia individualista e burguesa de qualidade de vida que a expressão bem viver poderia dar a entender. De fato, não há uma definição única de bem viver, porque suas diferentes possibilidades reportam-se a contextos sociais, culturais e políticos particulares. Sempre, no entanto, referindo-se a vivências plenas, incluindo conteúdos materiais e afetivos, em coletividade. Diante de tantos desafios, buscamos refletir: O bem viver faz sentido na pós-graduação universitária?
    A noção do bem viver viajou no espaço e no tempo, desde as tradições andinas Quechua (Sumak Kawsay) e Aymara (Suma Qamaña), para ganhar terreno aqui, nos contextos e territórios da Amazônia. Ao invés de significar um idílico e idealizado cenário de paz e acomodação, a expressão ‘bem viver’ traz com ela construção e luta por um presente e um futuro melhores do que, por exemplo, as circunstâncias vividas e descritas nas escrevivências desta coletânea. Mais do que um contraponto teórico ao individualismo neoliberal, as potencialidades do bem viver precisam ser postas em movimento, em sentido prático.

  • Revista PRACS
    v. 18 n. 2 (2025)

  • Revista PRACS
    v. 17 n. 2 (2024)

    publicação em andamento

  • Revista PRACS
    v. 17 n. 1 (2024)

    publicação em andamento

  • Revista PRACS
    v. 16 n. 4 (2023)

    Publicação em andamento

  • Dossiê: fronteira, cultura e políticas públicas na Amazônia
    v. 16 n. 3 (2023)

    O dossiê Fronteira, Cultura e Políticas Públicas na Amazônia, presente na atual edição da Revista PRACS, busca trazer reflexões sobre o sentido, etapas e limites do conhecimento acerca das experiências de vida social em alguns lugares da Amazônia brasileira. As discussões apresentadas nos diversos artigos do dossiê são importantes para a região, pois a diversidade de abordagens teóricas e metodológicas realiza uma tessitura entre temas que, devidamente refletidos, contribuem para a superação das visões exóticas ou das que homogeneízam as diferenças culturais presentes na região. Por diferenças culturais se pretende pôr em evidência os modos de ser, pensar e viver entre as múltiplas realidades da Amazônia

  • Revista PRACS
    v. 16 n. 2 (2023)

    publicaçao em andamento

  • Dossiê: Epistemologias Feministas
    v. 16 n. 1 (2023)

    No debate feminista sobre epistemologia, importantes conceitos foram elaborados ou
    ressignificados para denunciar, simultaneamente, as práticas de exclusão e os sujeitos excluídos pela epistemologia estabelecida. Este foi o caso dos conceitos de androcentrismo, conhecimento
    situado e interseccionalidade, para que se forneçam três exemplos de termos utilizados por
    autoras deste dossiê.

  • Revista PRACS
    v. 15 n. 4 (2022)

  • Revista PRACS
    v. 15 n. 1 (2022)

  • Revista PRACS
    v. 14 n. 4 (2021)

  • Revista PRACS
    v. 14 n. 1 (2021)

  • Ensino de Ciências Jurídicas: transversalidades epistêmicas e convergências contextuais
    v. 13 n. 4 (2020)

    O presente Dossiê é um esforço interdisciplinar para pensar as interseções entre o campo da educação e das ciências sociais, com peculiar interesse nas disposições estratégicas do ensino em ciências sociais aplicadas e nas interfaces do ensino jurídico. Os estudos nas áreas da educação e das ciências sociais não têm se debruçado sobre o ensino jurídico e as obras deste tema tem sido protagonizadas, em sua maioria, pelos atores do próprio campo do direito, a partir das disposições, regras e habitus do universo do Direito. O presente Dossiê debate os processos e os impactos do ensino na produção da racionalidade científica e jurídica e analisa os processos de circularidade positivista que aparta as “ciências jurídicas” das “ciências sociais”.

  • Revista PRACS
    v. 7 n. 1 (2014)

  • Revista PRACS
    v. 6 n. 6 (2013)

  • Revista PRACS
    v. 5 n. 5 (2012)

  • Revista PRACS
    v. 4 n. 4 (2011)

  • Revista PRACS
    v. 3 n. 3 (2010)

  • Revista PRACS - História e sociedade na Amazônia
    v. 2 n. 2 (2009)

    O conjunto das publicações apresentadas nesta edição é uma iniciativa à integração da
    produção científica na Amazônia (s), onde se compreende que a identidade amazônica não se
    faz apenas pelas discussões de interesses econômicos e políticos interpostos pelo(s) Estado(s),
    mas de culturas e anseios das “Amazônias” que a história e a sociedade do continente
    americano pode constituir. E emergir dessas discussões e produções científicas, perspectivas
    para o desenvolvimento da região.

  • Revista PRACS - As ciências sociais na contemporaneidade
    v. 1 n. 1 (2008)

    A PRACS surge no âmbito da Universidade Federal do Amapá e, mais
    especificamente, do Curso de Ciências Sociais com a intenção de participar do espaço
    científico brasileiro das publicações ligadas às áreas de humanidades e Ciências Sociais. A
    abrangência dessas áreas permite aos colaboradores publicarem artigos multidisciplinares e
    que apresentem a atmosfera acadêmica de produção do conhecimento em um mundo
    globalizado, complexo e contraditório. Tendo por matéria-prima a realidade, os artigos
    elaborados a partir dela terão como pano de fundo de suas interpretações a perplexidade, a
    dúvida e as possibilidades que marcam o ambiente intelectual do início do milênio. É com o
    propósito de trazer à tona o espírito desse tempo que foi produzida esta revista. Obviamente,
    ela não pode deixar de fora as comunicações científicas convencionais, os comentários
    rápidos, os relatos de experiência e revisões que atualizam e substanciam os referenciais
    teóricos da atualidade. Mas o eixo da revista é o olhar crítico sobre o presente com o olhar do
    presente. O olhar polêmico e atento pronto para integrar novos e velhos paradigmas. Pronto
    para avançar além do acúmulo de dados coletados e de gráficos e tabelas apresentadas. Pronto
    para participar do novo olhar científico que se aponta no horizonte.

    Os editores