ENTRE FLORESTA E FRONTEIRA: o avanço do capital para a exploração petrolífera na foz do rio Amazonas
Palavras-chave:
Amazônia. Colonialidade. Ecologia Política. Margem Equatorial. Grandes Projetos. Interdisciplinaridade.Resumo
Este artigo se fundamenta em análise documental e bibliográfica, observando o avanço do capital na Amazônia, por meio da exploração de petróleo na Margem Equatorial, evidenciando o conflito entre o discurso de progresso econômico e as injustiças socioambientais. O estudo analisa de que modo grandes projetos estatais e da Petrobras influenciam a soberania energética, mas, constantemente negligenciam os direitos territoriais de comunidades indígenas e tradicionais. A Ecologia Política é aplicada para denunciar a lógica colonialista que prefere o lucro em detrimento da conservação de ecossistemas sensíveis e da consulta prévia aos povos locais. O otimismo econômico em relação ao Amapá mascara riscos graves, como a destruição da biodiversidade e o racismo ambiental. A pesquisa exalta ainda as estratégias de resistência de comunidades que lutam por justiça ambiental e pela autonomia de seus modos de vida contra a exploração predatória.







