MACRÓFITAS AQUÁTICAS DO BAIXO CURSO DA BACIA DO TARUMÃ-AÇU, MANAUS-AMAZONAS

Autores

  • Taniça Mazoio Universidade do Estado do Amazonas
  • Marta Pereira
  • Ieda Hortencio Batista

Palavras-chave:

Bioindicadores ambientais, Diversidade, Frequência, Impacto antrópico

Resumo

Macrófitas aquáticas são plantas visíveis a olho nu que desempenham papéis essenciais nos ecossistemas aquáticos. Esta pesquisa foi realizada no baixo curso da Bacia do Tarumã-Açu, uma área impactada por atividades antrópicas. Foram amostrados cinco pontos ao longo das margens do rio, utilizando transectos de 1 m² para determinar a frequência, abundância e diversidade das macrófitas. Foram identificadas 8 espécies distribuídas em 5 famílias, destacando-se as espécies Eichhornia crassipes e Pistia stratiotes como mais dominantes. A pesquisa oferece contribuições para o entendimento da distribuição de macrófitas na bacia e sugere que áreas com maior diversidade devem ser focos de conservação.

Biografia do Autor

  • Taniça Mazoio, Universidade do Estado do Amazonas

    Taniça Mazoio é formada em Engenharia Ambiental pela Universidade Eduardo Mondlane e está fazendo mestrado em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos na Universidade do Estado do Amazonas - UEA.

    Atualmente, Taniça está trabalhando como Supervisora de Campo de Água, Saneamento e Higiene (WASH) na Water and Environment Consulting, colaborando em projetos que visam melhorar as condições de saneamento básico, acesso à água potável e higiene nas comunidades moçambicanas.

    No início de 2022, Taniça trabalhou como Assistente de Projeto na implementação do Projeto Work for Progress, que é um projeto relacionado ao desenvolvimento de comunidades através da geração de novos empregos para jovens e mulheres, alavancando os recursos existentes na comunidade, suas principais responsabilidades eram facilitar reuniões em 7 comunidades diferentes, realizar questionários comunitários e realizar análises de dados e relatórios. Em 2021, ela trabalhou com a Waterllution (ONG canadense) no Empowering Girls through Capacity Building and Innovation in water na província de Nampula, em Moçambique, este foi um projeto social que visava capacitar 100 meninas com vulnerabilidades financeiras, vivendo em uma comunidade remota com o objetivo principal de torná-las agentes de mudança em sua comunidade.

    Suas principais habilidades são comunicação, facilitação de treinamentos, coordenação de atividades, mentoria e liderança, com essas habilidades adquiridas ao longo da minha carreira profissional, foi possível garantir o sucesso em todas as responsabilidades que me foram confiadas durante esse processo alcançando assim os resultados esperados e superando as expectativas.

    Em 2019 ela desenvolveu um projeto social chamado Kutsunsiwa que tem como objetivo promover a higiene menstrual sustentável para meninas em situação de vulnerabilidade financeira e capacitar essas meninas em questões de WASH.

  • Marta Pereira

    Graduada em Ciências Biológicas, possuo Mestrado e Doutorado em Botânica pelo Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA) e pela University of Liège, Institute of Botany, Belgium. Minhas áreas de especialização são Filogenia, Ecologia e Taxonomia de Calymperaceae, Bryopsida. Além disso, tenho desenvolvido estudos relacionados a plantas medicinais e bioprospecção. Atualmente, ocupo o cargo de Professora na Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Possuo ampla experiência em Taxonomia e florística de Angiospermas, e acúmulo mais de 10 anos de experiência como docente universitária. Tenho ministrado disciplinas de Botânica, Metodologia da Pesquisa, entre outras, nos cursos de Ciências Biológicas, Tecnologia em Agroecologia e Tecnologia em Gestão Ambiental. Em 2021, tive a honra de receber o Prêmio Samuel Benchimol e Banco da Amazônia por Projetos de Desenvolvimento Sustentável na Amazônia, reconhecimento pelo meu trabalho na área. Tenho também uma extensa experiência na orientação de estudantes em seus trabalhos de conclusão de curso (TCC) e iniciação científica, além de coorientar alunos de mestrado e doutorado. Sou membro do Comitê Científico de Produtos Naturais (CABSIN), contribuindo ativamente com meu conhecimento e expertise nessa área. Estou sempre comprometida em promover a pesquisa científica e o desenvolvimento sustentável na Amazônia, buscando contribuir para o avanço do conhecimento botânico e a conservação do meio ambiente. Coordenadora do projeto: Potencial Biotecnologico de Ochroma pyramidale.

  • Ieda Hortencio Batista

    Possui Pós-doutorado em Educação Ambiental pela Universidade Federal do Ceará (UFC- 2010), Doutorado em Biotecnologia, pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM- 2009), Mestrado em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia (UFAM- 2000), especialização em Biotecnologia para o Desenvolvimento Sustentável (UFAM- 2000) e graduação em Ciências Biológicas (UFAM- 1996). Atualmente é professora Adjunta da Universidade do Estado do Amazonas, atuando no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. É professora do Programa de Pós Graduação em Gestão e Regulação dos Recursos Hídricos. Tem experiência na área de Biologia Geral, com ênfase em Biologia Celular e Molecular, Meio Ambiente e Microbiologia Ambiental. Atua principalmente nos seguintes temas: Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Biologia Celular e Molecular, microbiologia e Biotecnologia.

Publicado

12/31/2025

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