NOSSOS CORPOS, NOSSAS MEMÓRIAS:

ESCREVIVÊNCIA COMO ATO DE SUBVERSÃO DE MULHERES NEGRAS DO AMAPÁ E MARANHÃO

Autores

Palavras-chave:

Escrevivência, Mulheres negras, Resistência

Resumo

Neste artigo, exploramos nossas trajetórias, de Mayara, amapaense, e Polyana, maranhense, a partir do conceito de escrevivência. Enquanto autoras, mulheres negras e migrantes, narramos vivências de infância na roça e nas periferias, a violência do racismo e a centralidade do trabalho de cuidado não remunerado em nossas vidas e famílias. No texto, resgatamos memórias de nossas jornadas até a universidade, onde foi possível identificar desafios comuns e como a educação se tornou um espaço de resistência e transformação. Ao compartilhar nossas histórias, denunciamos as estruturas de opressão colonial e a invisibilidade de nossos corpos e saberes, reafirmando a escrita como um ato político de afirmação e luta.

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Publicado

2026-02-02