VOZES DE MULHERES NEGRAS DA AMAZÔNIA MARAJOARA

ESCREVIVÊNCIAS DO NARQ CAMPINA VILA UNIÃO

Autores

Palavras-chave:

escrevivência;, Mulheres negras, Decolonialidade

Resumo

Nesse texto apresentamos uma reflexão coletiva de mulheres negras que compõem o Núcleo de Ação e Resistência Quilombola Campina Vila União (Narq), no município de Salvaterra, Marajó/Pará. Inspiradas no conceito de escrevivência de Conceição Evaristo, trazemos nossas vozes como uma forma de ação decolonial, para refletir sobre nossas trajetórias e as razões que nos mantêm na luta. Compreendemos a escrita como um ato político, um instrumento de fortalecimento e denúncia às opressões que afetam nossas vidas individuais e coletivas.

Biografia do Autor

Glenda Cristian Oliveira de Leão, Universidade Federal do Pará

Enfermeira, mestranda em Saúde Coletiva na Amazônia pela Universidade Federal do Pará (UFPA), bolsista pela Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Graduada pela Universidade do Estado do Pará (UEPA), especialista em Gestão em Saúde pela ENSP/Fiocruz, em Atenção à Saúde da Mulher e da Criança pelo Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da UEPA/FSCMP. Colaboradora do coletivo Narq Campina Vila União. E-mail: enfaglenda.leao@gmail.com

Luciane Barbosa Lopes, Universidade Federal do Pará

Mulher, negra, quilombola, educadora social, doutoranda em Sociologia e Antropologia- UFPA, bolsista pela Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Ma. Agriculturas Familiares e Desenvolvimento Sustentável. Graduada em Ciências Naturais e Licenciatura Integrada em Ciências, Matemática e Linguagens. Fundadora e colaboradora do coletivo Narq Campina Vila União.

Lidiane Vilhena Pantoja, Universidade Federal do Pará

Mulher negra, quilombola, educadora social, Bibliotecária pela Universidade Federal do Pará (2024). Integrante do MensureLab - Laboratório de Estudos Métricos da Informação e de Avaliação de Políticas Públicas em CTI para o desenvolvimento da Amazônia Legal. Colaboradora do Núcleo de Ação e Resistência Quilombola Campina Vila União.

Lídia Vilhena Pantoja, Universidade Federal do Pará

Pedagoga formada pela UFPA, professora e educadora social quilombola da comunidade Vila União, no Marajó (PA). Atua na valorização da identidade quilombola, na educação de crianças e jovens e no fortalecimento de práticas comunitárias. Colaboradora do coletivo Narq Campina Vila União.

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Publicado

2026-02-02