VOZES DE MULHERES NEGRAS DA AMAZÔNIA MARAJOARA

ESCREVIVÊNCIAS DO NARQ CAMPINA VILA UNIÃO

Autores

Palavras-chave:

escrevivência;, Mulheres negras, Decolonialidade

Resumo

Nesse texto apresentamos uma reflexão coletiva de mulheres negras que compõem o Núcleo de Ação e Resistência Quilombola Campina Vila União (Narq), no município de Salvaterra, Marajó/Pará. Inspiradas no conceito de escrevivência de Conceição Evaristo, trazemos nossas vozes como uma forma de ação decolonial, para refletir sobre nossas trajetórias e as razões que nos mantêm na luta. Compreendemos a escrita como um ato político, um instrumento de fortalecimento e denúncia às opressões que afetam nossas vidas individuais e coletivas.

Biografia do Autor

Luciane Barbosa Lopes, Universidade Federal do Pará

Mulher, negra, quilombola, educadora social, doutoranda em Sociologia e Antropologia- UFPA, bolsista pela Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Ma. Agriculturas Familiares e Desenvolvimento Sustentável. Graduada em Ciências Naturais e Licenciatura Integrada em Ciências, Matemática e Linguagens. Fundadora e colaboradora do coletivo Narq Campina Vila União.

Lidiane Vilhena Pantoja, Universidade Federal do Pará

Mulher negra, quilombola, educadora social, Bibliotecária pela Universidade Federal do Pará (2024). Integrante do MensureLab - Laboratório de Estudos Métricos da Informação e de Avaliação de Políticas Públicas em CTI para o desenvolvimento da Amazônia Legal. Colaboradora do Núcleo de Ação e Resistência Quilombola Campina Vila União.

Lídia Vilhena Pantoja, Universidade Federal do Pará

Pedagoga formada pela UFPA, professora e educadora social quilombola da comunidade Vila União, no Marajó (PA). Atua na valorização da identidade quilombola, na educação de crianças e jovens e no fortalecimento de práticas comunitárias. Colaboradora do coletivo Narq Campina Vila União.

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Publicado

2026-02-02