ESCOLA RURAL E ESCOLA DO CAMPO NO BRASIL: antagonismo, desafios e práticas

Autores

  • Andréia Jayme Batista Universidade Estácio de Sá (UNESA)
  • Mayara Athanázio Diogo Universidade Estácio de Sá (UNESA)
  • Scheila Haese Universidade Estácio de Sá (UNESA)
  • Patrícia Rocha Chaves Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)
  • Daguinete Maria Chaves Brito Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)

Palavras-chave:

Educação. Políticas Públicas. Direitos sociais. Ambiente.

Resumo

A educação formal, genericamente, partiu das necessidades das relações capitalista de adequar os sujeitos/trabalhadores aos requisitos mínimos de empregabilidade e execução de funções, sem considerar as especificidades do contexto particular dos sujeitos. Nesses aspectos, sob o olhar histórico do desenvolvimento capitalista, este artigo objetiva analisar questões e tensões que incidiram na conceituação e concepção da Educação Rural e da Educação do Campo e as ações e desafios enfrentados com as tecnologias neste contexto. Conclui-se que a educação rural, por estratégias de aprendizagem e conteúdos conservadores,  reverbera uma política de produção territorial voltada para a concentração da riqueza da classe dos latifundiários e da burguesia rural. Enquanto, a Educação do Campo amplia o horizonte social para a resistência e reprodução do campesinato e da pequena propriedade como forma de reproduzir a vida no campo e na cidade.

Publicado

30.12.2025

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)

Artigos Semelhantes

<< < 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.