ACUERDO COMERCIAL ENTRE LA UNIÓN EUROPEA Y ECUADOR: IMPACTOS EN LA AGRICULTURA

Autores

  • Esteban Daza Instituto de Estudios Ecuatorianos (IEE), Ecuador

Palavras-chave:

Agricultura, Unión Europea, Resistência, Acordo Comercial, Agroextrativismo

Resumo

Em primeiro de janeiro de 2017 entrou em vigência o Acordo Comercial Multipartes entre Equador e União Europeia. Depois de cinco anos de seu início, a institucionalidade governamental mostra as cifras “positivas” e os benefícios para o país. Sem embargo, as organizações campesinas e indígenas denunciam que o acordo significa um retrocesso em seus direitos e que as oportunidades prometidas não chegaram. O presente artigo descreve alguns dos impactos deste acordo na agricultura, apresenta dados sobre sua estrutura agrária, sua importância na economia mundial e o rol de suas exportações. Partindo destas premissas, indagamos o que há para além das cifras macroeconômicas para identificar tendências e afetações ao setor da agricultura familiar campesina. Além disso, busca-se desvelar os discursos que a seu momento justificaram a adesão ao acordo firmado, anos antes, por Peru e Colômbia, e indaga-se o que estão fazendo os setores afetados para que ditos impactos podam ser sanados.

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Biografia do Autor

  • Esteban Daza, Instituto de Estudios Ecuatorianos (IEE), Ecuador

    Hector Esteban Daza Cevallos, es sociólogo por la Universidad Central de Ecuador, Master en Filosofía y Pensamiento Social por la Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales (FLACSO-Ecuador). Actualmente, se desempeña como Coordinador Académico del Instituto de Estudios Ecuatorianos (IEE) y coordinador del Observatorio del Cambio Rural (OCARU). Colabora con centros de estudio regionales como es el Instituto para el Desarrollo Rural de Sudamérica y es parte del Grupo de Trabajo sobre Desarrollo Rural: Estudios Críticos del Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO). En Ecuador colabora con espacios de articulación social como el Comité Nacional de la Agricultura Familiar Campesina e Indígena y el Colectivo Nacional de Agroecología. Acompaña varios procesos sociales en torno a la lucha por los Derechos de Campesinos y Campesinas. Sus campos de estudios dialogan entre la sociología rural y los estudios genealógicos sobre el pensamiento agrario latinoamericano.

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Publicado

2026-06-27