Políticas Editoriais

Foco e Escopo

Aceita submissões de artigos que versem sobre Educação, Cultura, Artes e Humanidades com reflexões sobre as línguas de sinais brasileira e portuguesa. O pressuposto desta revista é ser bilingue, aceitando trabalhos em línguas orais e línguas de sinais, a saber: LIBRAS, LGP/LSP; português, Inglês e francês.

 

Políticas de Seção

Foco e Escopo

Aceita submissões de artigos que versem sobre Educação, Cultura, Artes e Humanidades com reflexões sobre as línguas de sinais brasileira e portuguesa. O pressuposto desta revista é ser bilingue, aceitando trabalhos em línguas orais e línguas de sinais, a saber: LIBRAS, LGP/LSP; português, Inglês e francês.


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PROCESSO DE AVALIAÇÃO PELOS PARES

Os manuscritos serão avaliados em avaliação cega dos autores e dos consultores. Serão aceitos se obtiverem dois pareceres favoráveis e rejeitados quando dois pareceres forem desfavoráveis. No caso de um parecer favorável e um desfavorável, a decisão sobre a publicação será do conselho editorial.


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POLÍTICA DE ACESSO LIVRE

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.


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ÉTICA DE PUBLICAÇÃO E BOAS PRÁTICAS

Este periódico tem um compromisso com a ética e a qualidade das publicações. Defendemos um comportamento ético de todas as partes envolvidas na publicação em nosso periódico: autores, Editor e pareceristas. Não aceitamos plágio ou qualquer outro comportamento antiético.

Deveres do Editor:

Decisão de publicação: o Editor é responsável por decidir quais artigos submetidos à revista devem ser publicados. O Editor é guiado pelas políticas editoriais da revista e também pelo Conselho Editorial e Pareceristas. Essas políticas devem obedecer às exigências legais em vigor sobre difamação, violação de direitos autorais e plágio. Para tomada de decisões o Editor pode consultar o Conselho Editorial e os Pareceristas.

Transparência e respeito: o Editor deve avaliar os manuscritos submetidos sem levar em conta a raça, sexo, a orientação sexual, a crença religiosa, a origem étnica, a nacionalidade ou a filosofia política dos autores.

Confidencialidade: o Editor e demais membros da equipe editorial não devem divulgar qualquer informação sobre um manuscrito submetido, a não ser aos pareceristas e os conselheiros editoriais.

Divulgação e conflitos de interesse: O Editor não deve utilizar materiais inéditos divulgados em um manuscrito submetido em pesquisas próprias sem o consentimento expresso e por escrito do autor. O Editor deve recusar para o processo editorial os manuscritos em que tenha conflitos de interesse por questões competitivas, colaborativas ou outros relacionamentos ou ligações com qualquer um dos autores, empresas ou (possivelmente) instituições ligadas aos manuscritos.

Envolvimento e cooperação em investigações: o Editor deve tomar medidas necessárias cabíveis quando foram apresentadas reclamações éticas a respeito de um manuscrito submetido ou artigo publicado.



Deveres dos Pareceristas:

Contribuição para as decisões editoriais: a revisão dos pareceristas auxilia o Editor na tomada de decisões editoriais e por meio das comunicações com o autor também pode auxiliar o mesmo na melhora do artigo.

Pontualidade: qualquer avaliador de artigo que não se sinta qualificado para analisar o artigo ou sabe que a sua imediata leitura será impossível deve notificar imediatamente o Editor.

Confidencialidade: os trabalhos recebidos para análise devem ser tratados como documentos confidenciais. Eles não devem ser mostrados ou discutidos com os outros.

Padrões de objetividade: os pareceres devem ser conduzidos de forma objetiva. Os pareceristas devem expressar seus pontos de vista de maneira clara e apoiados em argumentos.

Sobre as fontes: os pareceristas devem identificar trabalhos publicados relevantes que não foram citados pelos autores. O parecerista deve chamar a atenção do Editor sobre qualquer semelhança substancial ou sobreposição entre o manuscrito em questão e qualquer outro artigo publicado de que tenha conhecimento pessoal.

Divulgação e conflito de interesses: informações privilegiadas ou ideias obtidas pelo parecerista por meio da leitura dos manuscritos devem ser mantidas em sigilo e não devem utilizadas para proveito pessoal. O parecerista não deve avaliar manuscritos em que tenha conflitos de interesse por questões competitivas, colaborativas ou outros relacionamentos ou ligações com qualquer um dos autores, empresas ou instituições ligadas aos manuscritos.

Deveres dos Autores:

Normas gerais: os autores de trabalhos que se referem a pesquisas originais devem apresentar um relato preciso do trabalho realizado, bem como uma discussão objetiva sobre o seu significado. Dados complementares devem ser representados com precisão no artigo. O documento deve conter detalhes suficientes e referências que permitam que outros possam replicar o trabalho. Declarações fraudulentas ou intencionalmente imprecisas constituem um comportamento antiético e são inaceitáveis.

Originalidade e plágio: os autores devem garantir que as obras são inteiramente originais e se eles utilizam o trabalho e/ou textos dos outros que isso seja devidamente citado. Plágio em todas as suas formas constitui um comportamento editorial antiético e é inaceitável.

Publicação múltipla, redundante e simultânea: um autor não deve publicar manuscritos que descrevam essencialmente a mesma pesquisa em mais de um periódico. Enviar o mesmo manuscrito para mais de uma revista ao mesmo tempo e/ou publicar o mesmo artigo em mais de um periódico constitui um comportamento editorial antiético e é inaceitável.

Sobre as fontes: o trabalho de outros autores deve sempre ser reconhecido. Os autores devem citar as publicações que foram importantes na determinação da natureza do trabalho relatado. As informações obtidas em particular, como em uma conversa, correspondência, ou discussão com terceiros, não devem ser utilizadas ou relatadas sem a permissão explícita por escrito da fonte. As informações obtidas por meio de serviços confidenciais, tais como arbitragem manuscritos ou pedidos de bolsas, não devem ser utilizadas sem a permissão explícita por escrito do autor do trabalho envolvido nestes serviços.

Autoria: a autoria do trabalho deve ser restrita àqueles que fizeram uma contribuição significativa para a concepção, projeto, execução ou interpretação do estudo relatado. Todos aqueles que fizeram contribuições significativas devem ser listados como coautores. Pessoas que participaram em certos aspectos do projeto de pesquisa devem ser listadas como colaboradores. O autor principal deve garantir que todos os coautores apropriados estejam incluídos no artigo. O autor principal também deve certificar-se que todos os coautores viram e aprovaram a versão final do manuscrito e que concordaram com sua submissão para publicação.

Divulgação e conflitos de interesses: todos os autores devem divulgar no manuscrito qualquer conflito financeiro ou de outra natureza que possa influenciar os resultados ou a interpretação de seu manuscrito. Todas as fontes de apoio financeiro para o projeto devem ser divulgadas.

Erros fundamentais em trabalhos publicados: quando um autor descobre um erro significativo ou imprecisão em seu trabalho publicado é obrigação do autor informar imediatamente o Editor da revista e cooperar para corrigir o artigo.

* Esta declaração se baseia nas recomendações da Elsevier e no Best Practice Guidelines for Journal Editors do Committee on Publication Ethics - COPE.





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ARQUIVAMENTO

Esta revista utiliza o sistema LOCKSS para criar um sistema de arquivo distribuído entre as bibliotecas participantes e permite às mesmas criar arquivos permanentes da revista para a preservação e restauração através do Manifesto de Publicação do LOCKSS. Saiba mais...

Preservação Digital - os artigos publicados na Biota Amazônia estão em processamento de preservação digital por meio da Rede Cariniana (Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital), órgão vinculado ao IBICT/MCTI. 

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NORMAS GERAIS PARA PUBLICAÇÃO

aceita para publicação, em fluxo contínuo, contribuições inéditas de pesquisadores. Os trabalhos submetidos para avaliação podem ser de pesquisadores com sólida experiência de pesquisas, bem como de pós-graduandos em nível de Mestrado, Doutorado e de Pós-Doutorado. As contribuições não devem ter mais de três autores. Autores com Graduação ou graduandos somente poderão submeter contribuições atrelados a pós-graduando ou a professor do Ensino Superior (em nível de graduação ou de pós-graduação).

Os trabalhos aceitos pela revista são nas áreas de conhecimento de Ciência Humanas e Linguística, Letras e Artes e Tradução. Podem ser submetidos Artigos originais ou de Revisão de literatura, Ensaio Científico, Resenha e Relatos de experiência/caso. A revista adotará as seguintes Normas da ABNT: NBR 6022:2003 (artigos), NBR 6023:2002 (referências); NBR 6028:2003 (Resumo); NBR 10520:2002 (Citações), as quais deverão ser seguidas pelos autores dos trabalhos.

Os artigos deverão ser submetidos pelo navegador MOZILLA FIREFOX ou GOOGLE CHROME, pois o Internet Explorer não possibilita a submissão integral. Primeiramente faça o seu cadastro e/ou login. A seguir, clique na Página do Usuário, na opção Autor, em Iniciar nova submissão e preencha os passos do processo.

Todos os gêneros submetidos para avaliação deverão ser escritos em espaçamento 1,5 entre as linhas, sem numeração nas páginas, em editado no MS-Word, ou compatível e com fonte Arial 12, com exceção das citações que devem ser feitas em fonte menor que 12.

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NORMAS ESPECÍFICAS PARA ARTIGO, ENSAIO, RESENHA, RELATO DE EXPERIÊNCIA E VIDEO-ARTIGO

1 Artigo científico - "Artigo científico é parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento" (ABNT. NBR 6022, 2003, p.2), pode ser apresentado como Artigo de Revisão, ou seja, parte de uma publicação que resume, analisa e discute informações já publicadas; ou ainda como Artigo Original, isto é, parte de uma publicação que apresenta temas ou abordagens originais.

1.1 Os artigos devem ter entre 10 a 20 páginas (incluindo referências e anexos). Deverá conter ainda:

a) O Título centralizado, em maiúsculas, sem negrito ou grifo;

b) O(s) nome (s) do(s) autor (es), sem itálico e com letras maiúsculas somente para as iniciais, devem constar duas linhas abaixo do título à direita, com um asterisco ou numeração que remeterá ao pé da página para identificação da instituição do (s) autor(es) pertence, titularidade acadêmica,  funcional e endereço eletrônico (e-mail).

b) O resumo e o abstract devem ser escritos em parágrafo único, não excedendo 300 palavras, deverão conter informações sucintas sobre o artigo e apresentando ao final até quatro palavras-chave. Ressalta-se que tanto o resumo quanto o abstract, devem ser escritos em fonte Arial,  tamanho 11 em espaçamento simples;

b) Agradecimentos poderão ser mencionados sob a forma de nota de rodapé. Também pode ser comunicado a existência de todo e qualquer auxílio financeiro recebido para a elaboração do trabalho, mencionando agência de fomento.

c) Os artigos deverão ter entre 10 a 20 páginas digitadas, incluindo figuras, tabelas e referências bibliográficas (listadas somente aquelas citadas no texto). Deverão ser escritos em espaço 1,5 linhas sem numeração nas páginas.

d) O trabalho deverá ser formatado em A4 e com 3 cm nas margens superior e esquerda e 2 cm nas margens inferior e direita.

e) O arquivo contendo o trabalho que deverá ser anexado (transferido), durante a submissão, não poderá ultrapassar o tamanho de 2MB.

f) Tabelas, figuras e gráficos deverão ser inseridos no texto, logo após a sua citação, devem ainda conter identificação de acordo com a ABNT.

g) As figuras, gráficos e as tabelas deverão ter preferencialmente 7,65 cm de largura, e não deverá ultrapassar 16 cm.

h) As figuras digitalizadas deverão ter 300 dpi de resolução e preferencialmente gravadas no formato jpg.

i) As citações (direta ou indireta) deverão seguir os exemplos seguintes que se baseiam na ABNT: Citação no texto, usar o sobrenome e ano: Caporalini (2005) ou (CAPORALINI, 2005); para dois autores Veiga e Santos (2008) ou (VEIGA; SANTOS, 2008); três ou mais autores, utilizar o primeiro e após et al. (GHEORGHIU et al., 2008).

j) Notas: em pé de página, numeradas a partir de 1. As notas não devem ser usadas para referência bibliográfica. Estas devem ser feitas no corpo do trabalho, entre parênteses, usando o sobrenome do autor, data de publicação e página,  conforme exemplo: (BECHARA 1999, p.183).

2 Ensaio - É um gênero discursivo expositivo-argumentativo que versa sobre um tema específico em profundidade, no entanto, sem esgotá-lo. No Ensaio Científico as características do texto acadêmico são mantidas. Ele deve ser objetivo, lógico, crítico e original. Segundo Rauen (1999, p. 137), o ensaio é uma "exposição metódica dos estudos realizados e das conclusões originais obtidas após o exame de um assunto".

2.1 Os ensaios devem ter entre 10 a 12 páginas. Deverão conter ainda:

a) Título centralizado, em maiúsculas, sem negrito ou grifo;

b) O(s) nome (s) do(s) autor (es), sem itálico e com letras maiúsculas somente para as iniciais, devem constar duas linhas abaixo do título à direita, com um asterisco ou numeração que remeterá ao pé da página para identificação da instituição do (s) autor(es) pertence, titularidade acadêmica e funcional e endereço eletrônico (e-mail).

2.2 Quanto à estrutura textual, o ensaio deverá apresentar as seguintes partes:

a) Introdução: contextualização do Tema e/ou indicação da Tese;

b) Desenvolvimento/Princípios teóricos: revisão sucinta de autores que tratam sobre o tema discutido;

c) Análise: discussão sobre o tema, apresentado posicionamentos argumentativos e justificativas para a tese;

d) Conclusão: retomada ao contexto inicial e reafirmação da tese a partir dos argumentos desenvolvidos.

3 Resenha - A resenha é um gênero discursivo em que a pessoa que lê e a aquela que escreve tem objetivos convergentes: uma busca e a outra fornece uma opinião crítica sobre determinado livro. Para atender ao leitor, o resenhador basicamente descreve e avalia uma dada obra a partir de um ponto de vista informado pelo conhecimento produzido anteriormente sobre aquele tema. (MOTTA-ROTH; HENDGES, 2010, p. 27-28).

3.1 A revista aceita resenhas de 06 a 10 páginas de livros, monografia, dissertações ou teses, produzidos no Brasil e no exterior nos últimos dois anos e que tenham relação com a área de abrangência da revista.

3.2 Na estrutura textual da resenha deve ser perceptível: a) apresentação da obra; b) descrição; c) avaliação e d) recomendação ou não. (cf. MOTTA-ROTH; HENDGES, 2010).

3.3 A resenha deve ser precedida da referência da obra que foi resenhada, por exemplo:

CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Companhia da Letras, 1987.

3.4 O(s) nome (s) do(s) autor (es), sem itálico e com letras maiúsculas somente para as iniciais, devem constar duas linhas abaixo da referência da obra à direita e com um asterisco ou numeração que remeterá ao pé da página para identificação da instituição do (s) autor(es) pertence, titularidade acadêmica e funcional e endereço eletrônico (e-mail).

4 Relato de Experiência - O relato de experiência é entendido com um gênero de texto que pertence ao agrupamento dos gêneros da ordem do expor e narrar, cujo domínio social de comunicação é o da transmissão e construção de saberes. Nesse sentido, quando informado teoricamente, o relato de experiência permite a apreensão de conteúdos numa perspectiva que envolve a interpretação ao lado da asserção, constituindo-se num instrumento relevante para registrar a produção do conhecimento sobre a construção do processo de ensino-aprendizagem em sala de aula (SILVA; LEITÃO, 2009).

4.1 Os relatos devem ter entre 12 a 15 páginas. Deverão conter ainda:

a) O Título centralizado, em maiúsculas e em negrito;

b) O(s) nome (s) do(s) autor (es), sem itálico e com letras maiúsculas somente para as iniciais, devem constar duas linhas abaixo do título à direita, com um asterisco ou numeração que remeterá ao pé da página para identificação da instituição do (s) autor(es) pertence, titularidade acadêmica e funcional e endereço eletrônico (e-mail).

2.2 Quanto à estrutura textual, o relato deverá apresentar as seguintes partes:

a) Título

b) Autor (com informações no rodapé; máximo dois autores)

c) Apresentação

d) Caracterização da Escola

e) Fundamentação teórica

f) Descrição da experiência

g) Avaliação dos resultados

h) Considerações finais

i)  Referências

j)  Anexo

 

 Observações

-  Os textos que não obedecerem às normas não serão submetidos à análise.

- Os textos devem estar de acordo com as novas regras da ortografia portuguesa.

-  Os originais não serão devolvidos aos autores

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MODELOS DE REFERÊNCIAS

As referências deverão ser organizadas em ordem alfabética, justificado, conforme os exemplos seguintes que se baseiam na ABNT. Listar todos os autores citados no trabalho. Os títulos dos periódicos deverão ser completos e não abreviados, com local de publicação.

O principal sobrenome de cada autor, digitado em maiúsculas, seguido de vírgula e dos demais nomes. Título de livro ou revista deve vir em itálico, negritado. Local da publicação e editora. Data da obra, após o nome da editora.

Os elementos essenciais são: autor(es), título, edição, local, editora e data de publicação.

Ex: referência de livro:

GOMES, L. G. F. F.  Novela e sociedade no Brasil. Niterói: EdUFF,1998.

Ex: referência de artigo ou revista:

GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15-21, set. 1997.

Ex: referência de artigo de coletânea:

MAHER, Tereza Machado. Sendo índio em português. In: Inês Signorini, org. Lingua(gem) e identidade. São Paulo, Mercado de Letras, 1998, pp. 115-138,

GOMES, André Luís. A linguagem teatral na obra clariceana. Revista Cerrados, Brasília: UNB, n.22, ano 15, 2006, p. 137-146.

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1989.

Ex: referência Capítulos de livros:

SCARAMUCCI, M. V. R. O professor avaliador: sobre a importância da avaliação na formação do professor de língua estrangeira. In: ROTTAVA, L. (Org.). Ensino-aprendizagem de língua: língua estrangeira. Ijuí: Ed. da UNIJUI, 2007. p. 49 - 64.

Ex: referência de Anais de eventos:

SOUSA, C. P. Avaliação do aluno no ensino superior em sala de aula. In: ENCONTRO NACIONAL DE DIÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO, 12, 2004, Curitiba. Anais do XVII Encontro. Curitiba: Champagnat, 2004, p. 131-138

 Ex: referência Internet:

SOUSA, C. P. Descrição de uma trajetória na/da avaliação educacional. Disponível em: www.uel.br/signum. Acesso em: 2 abr. 2011.

Ex: referência de Teses e dissertações

MIQUELANTE, M. A. A pedagogia freireana e a leitura crítica em inglês: interação, auto-observação, práxis. 2002. 243 p.; Dissertação (Mestrado em Linguística Aplicada) - Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2002

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Normas para o Video-artigo em Libras e LGP de acordo com a Revista Brasileira de Video-registro da Universidade Federal

Sobre o artigo em Libras ou LGP: O artigo pode ser sinalizado em Libras ou escrito em Língua Portuguesa. E deve ser uma produção inédita, obrigatoriamente. Pode ser sinalizado e junto enviado em anexo a tradução em Língua Portuguesa, essa versão em português não é obrigatória, o principal é o vídeo-artigo. Entretanto se ao submeter o texto inédito e o comitê avaliador solicitar o vídeo-artigo o autor deverá fazê-lo e anexar ao texto. Ao submeter o artigo em português e o/ou em vídeo-artigo, o autor deve aguardar o parecer do comitê científico, sendo aprovado o autor deve encaminhar para a publicação.

Estrutura do Artigo em Libras ou LGP:  Deve ter o resumo, que pode ser escrito em Língua Portuguesa ou sinalizado ou ainda escrito e sinalizado. O resumo e o Abstract, que pode ser sinalizado ou escrito em língua portuguesa, o abstract não é obrigatório, depois o desenvolvimento que segue até a metodologia do trabalho.

 

Duração do vídeo-artigo: Sobre a duração do vídeo-artigo, este deve ter no mínimo 20 minutos e no máximo 40 minutos.

 

Fundo e Iluminação: é muito importante atentar para o fundo e a iluminação do seu vídeo-artigo. O fundo deve ser branco e sem projeção de qualquer imagem. Evite projetar, desenhos de qualquer natureza, somente o sinalizador deve aparecer. Quanto a iluminação, está deve ter atenção redobrada, o sinalizador deve observar se não está desfocado, muito claro ou ainda com sombras, a sinalização deve ser feita de forma nítida e com iluminação adequada.

 

Imagem do Sinalizante: é importante que o sinalizante atente para sua imagem que será projetada durante o vídeo. Se este for homem, deve estar com a barba feita, aparada e cabelos penteados. Evitar usar qualquer tipo de cobertura na cabeça, como bonés e chapéus. No caso de ser uma mulher evitar brincos grandes, anéis e pulseiras. Se for usar brinco, dê preferência aos discretos e anéis somente alianças, evite também usar qualquer tipo de adereço nos cabelos, como travessas, tiaras e afins. Quanto a maquiagem é permitida.

 

Vestuário: sobre o vestuário do sinalizante, pode ser de duas maneiras: camisa tipo T-shirt ou Pólo shirt, como nos exemplos abaixo: Sobre as cores orientamos que o sinalizante use camisas de cor sólida, evitando roupas coloridas, com listras e ainda camisas com bolsos. É importante também atentar para o tom de pele do sinalizante para escolher melhor a cor da roupa. E ainda para diferenciar as passagens do texto, como título, subtítulo, seção e citações, orientamos mudar a cor da camisa, mas sempre vendo o tom de pele do sinalizante.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Posição e Filmagem: a posição do sinalizante e a forma de filmar são muito importantes, por isso orientamos que use sempre a proporção da tela em 16:9 (widescren), como na imagem abaixo:

 

 

 

 

 

 

 

O sinalizante deve se posicionar de pé, a filmagem deve ser feita com a câmera posicionada em tripé fixo, evitando movimentos durante a gravação. A sinalização deve ser dentro do espaço da tela, evite fazer sinais com movimentos bruscos ou que extrapolem os limites da tela. A resolução da tela deve ser em Full HD 1920 X 1080 ou HD 1280 X 720 29 fps (quadros por segundo).

 

Título, autor e tradutor: para indicar que o artigo tem título e subtítulo, orientamos o sinalizante da seguinte maneira. Para sinalizar o título antes de iniciar a sinalização ele indica que se trata do título, sinaliza e antes de iniciar o subtítulo deve indicar novamente que se trata de um subtítulo, para diferenciar e mostrar que se trata de outra parte do vídeo-artigo. Para indicar que se trata de autor, o sinalizante pode fazer: primeiro o sinal, o nome e apontar abaixo do vídeo o e-mail ou se for traduzido, indicar o sinal da pessoa, se tiver, o nome e abaixo o e-mail. Em casa de tradutor: primeiro o sinal, depois o nome e por fim o e-mail. Orientamos ainda atentar para o uso da roupa, lembrando sempre de combinar as cores da mesma de acordo com o tom de pele do sinalizante.

 

Resumo: este deve ser sinalizado com tempo mínimo de 1 minuto e 30 segundos e máximo de 3 minutos. A estrutura do resumo sinalizado deve ser composta de: apresentação da pesquisa, aporte teórico, metodologia da pesquisa, discussão e por fim, as considerações finais. O sinalizante pode fazer vídeos separados para cada item ou um único vídeo do resumo. Quanto a roupa a ser usada, importante atentar para o tom de pele e o tempo do vídeo, se for um resumo curto, orientamos usar a cor azul, não importando se o sinalizador (a) é de pele clara ou escura. Entretanto, se o resumo for de mais tempo, orientamos atentar para o tom de pele do sinalizador (a), se pele clara, usar cor preta e se tiver pele mais escura ou negro, usar cor de camisa cinza. E para terminar o vídeo, a posição das mãos fica a critério do sinalizador (a).

 

Sinais Principais: ao construir o vídeo-artigo é importante marcar as passagens de texto. Por exemplo: antes de iniciar o resumo, deve-se indicar que está sinalizando o resumo e ao terminar, indicar com a posição das mãos a frente do corpo. Para iniciar a sinalização do artigo, após o resumo, deve-se indicar sempre o sinal principal antes de começar, os títulos, seções e subtítulos. Ainda é importante atentar para a cor da roupa a ser usada, lembrando sempre de combinar com o tom de pele do sinalizador (a).

 

Abstract: Do que se trata e como fazer? O abstract é um resumo em língua estrangeira. Não é obrigatório fazer, mas se o sinalizante optar em fazê-lo deve atentar para que seja igual ao resumo em Libras. Pode ser feito em ALS, LFS, LGP ou ainda em português escrito, ou ainda os sinais principais. E fica a escolha do sinalizante fazer pois não é obrigatório. Se assim optar em fazê-lo, importante atentar para as regras de uso da roupa, que deve ser combinada de acordo com o tom de pele do sinalizante.

 

Introdução: a introdução do vídeo-artigo deve ter pontos importantes do trabalho, quais sejam: os objetivos do trabalho, fundamentação teórica ou principais autores, discussão ou análise e as considerações finais. E para fazer é importante o sinalizador (a) sempre indicar antes o sinal do que vai dizer, por exemplo: título (sinal) e depois sinaliza. Importante sempre atentar-se para a roupa, que independente do tom de pele, deve ser de cor azul e ao final o vídeo deve encerrar. E iniciar para que dê continuidade a sinalização, indicando assim que a introdução terminou. Ao passar para o desenvolvimento do trabalho, a roupa deve ser de acordo com o tom de pele do sinalizador (a). Se pessoa de pele clara ou branco (a), deve optar pela cor preta de camisa e se pessoa de pele mais escura ou negra, optar pela cor cinza de camisa.

 

Desenvolvimento: o desenvolvimento é uma parte importantíssima do vídeo-artigo, por isso sua estrutura deve ser de três partes. A primeira deve compor a parte teórica do trabalho, demonstrando os autores usados para discussão do artigo, a segunda parte deve ser a metodologia usada para efetivação da pesquisa e a terceira e última parte, a discussão dos resultados alcançados. Como por exemplo: abrir a sinalização com uma cor de camisa e depois sinalizar, depois sinalizar a abertura da segunda parte, mudar de camisa e sinalizar e por fim, novamente sinalizar a parte final, mudar de camisa e então sinalizar.

 

Conclusão: a conclusão é a parte final do seu vídeo-artigo. Nela deve constar a análise da pesquisa, bem como a metodologia usada na pesquisa e suas inferências, conclusões e considerações finais sobre o tema abordado no artigo. Ainda é importante atentar para a cor da roupa a ser usada, lembrando sempre de combinar com o tom de pele do sinalizador (a).

 

 

3.11 Norma de publicação utilizada pelo periódico: *

( X) ABNT

( ) ISSO

( ) Vancouver

( ) Outro. Qual? _________________________________________________

 

3.12 Informar qual a política de direito autoral do periódico: * ( ) Creative Commons - Atribuição CC BY

( ) Creative Commons - Atribuição-CompartilhaIgual CC BY-SA

( ) Creative Commons - Atribuição-SemDerivados CC BY-ND

( ) Creative Commons - Atribuição-NãoComercial CC BY-NC

( ) Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual CC BY-NC-SA

( ) Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivados CC BY-NC-ND Para maiores informações sobre os tipos de licença Creative Commons acesse: <https://creativecommons.org/licenses/>.

 

3.13 Descrever a política de ética de publicação seguida pelo periódico: *

 

3.14 Caso o periódico receba apoio, informe a(s) instituição(ões) apoiadora(s):  A revista recebe apoio na revisão, edição e avaliação dos artigos bem como na própria publicação de artigos, ensaios, vídeo-artigos em Língua de Sinais, do Instituto Politécnico de Coimbra e da Escola Superior de Coimbra (Esec) em  Portugal.

 

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Processo de Avaliação pelos Pares

Os manuscritos serão avaliados em avaliação cega dos autores e dos consultores. Serão aceitos se obtiverem dois pareceres favoráveis e rejeitados quando dois pareceres forem desfavoráveis. No caso de um parecer favorável e um desfavorável, a decisão sobre a publicação será do conselho editorial.

 

Política de Acesso Livre

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.