Educação jurídica e experiências populares: a ressignificação de como ensinar e compreender o Direito a partir dos sujeitos coletivos

Geraldo Miranda Pinto Neto, Marília Freitas Lima

Resumo


Resumo: O presente trabalho tem por objetivo a análise de como experiências pedagógicas contra-hegemônicas, construídas com os sujeitos coletivos de direito, podem contribuir para se (re)pensar o ensino jurídico. Para tanto, se adotará, metodologicamente, estudo bibliográfico sobre a temática do ensino jurídico, com o referencial teórico de O Direito Achado na Rua, conjuntamente com a descrição de experiências emancipatórios. Traçará, portanto, um panorama sobre o modelo de educação jurídica, tradicionalmente estabelecido, a partir da descrição de suas principais características: a unidisciplinaridade, o dogmatismo, a descontextualização, o mercantilismo e o tecnicismo. Avançando neste debate, apresentará experiências contra-hegemônicas, tais como a Especialização em Direitos Sociais do Campo (PRONERA) e os Estágios Interdisciplinares de Vivência (EIVs). Sendo assim, se pretende articular experiências pedagógicas aliadas aos sujeitos coletivos de direito e como é possível construir um estudo jurídico com pilares emancipatórios.


Palavras-chave


Direito Achado na Rua; Educação Jurídica; Especialização em Direitos Sociais do Campo; Estágios Interdisicplinares de Vivência (EIVs); Sujeitos Coletivos de direito.

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