Os indígenas sob o olhar de Hans Staden e La Condamine: rupturas e permanências

Keulle Oliveira da Souza, Daiane Ribeiro Gomes, Euzébio de Oliveira, Marcos Cesar da Rocha Seruffo, José Guilherme dos Santos Fernandes

Resumo


O presente artigo tem por objetivo apresentar as percepções do alemão Hans Staden (1525-1576), e do francês La Condamine (1701-1774) sobre as sociedades indígenas, sobretudo as brasileiras, contidas nas obras: Viagem ao Brasil, Hans Staden (1930) e Viagem na América Meridional, descendo o Rio das Amazonas (2000), considerando as suas expedições, respectivamente nos anos de 1548-1549 e 1735.  Como metodologia, utilizou-se a pesquisa bibliográfica, com uma abordagem qualitativa, recorrendo-se à análise de conteúdo de forma crítica. Tendo em vista esses aspectos, verificou-se que as narrativas produzidas pelos autores sobre as sociedades indígenas, foram marcadas por visões predominantemente eurocêntricas e preconceituosas a respeito do modo de vida dos autóctones, contribuindo para o fortalecimento do projeto colonizador arquitetado pelos europeus. 


Palavras-chave


Indígenas; Expedições; Brasil

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