Biopolítica: os paradoxos de controlar e matar

Elias de Nazaré Moraes, Ernani Pinheiro Chaves

Resumo


O presente artigo tem como objetivo apresentar a compreensão de Foucault sobre a biopolítica como uma gestão da vida e os paradoxos decorrentes dessa gestão que atravessa a questão da sexualidade que liga o controle disciplinar a biopolítica, assim como a normalização e os modos de subjetivação que constitui o sujeito moderno. Aborda, também, a questão do estado de exceção e do racismo, pontos negativos desse cuidado com a vida quando decide matar. Destaca ainda os comentários de Agamben sobre a vida nua no âmbito da zoé e do bíos numa politização da vida e de Esposito sobre a imunização da vida onde, neste é possível encontrar uma visão positiva da biopolítica.


Palavras-chave


Biopolítica. Sexualidade. Norma. Vida. Racismo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18468/pracs.2019v12n1.p65-75

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