EMPREENDER A CULTURA: O TIPO E AÇÃO DO HOMEM CORDIAL NA POLÍTICA PÚBLICA AMAPAENSE, A PARTIR DE RAÍZES DO BRASIL

Fátima Lucia Carrera Guedes

Resumo


A exposição e a discussão transcorrerão, metodologicamente, numa análise relacional e comparativa entre (e sobre) os fazedores e produtores culturais do Amapá à luz do ensaio de Sérgio Buarque de Holanda[1], Raízes do Brasil e seus tipos ideais weberianos. É interesse entender a ação daqueles agentes sociais e políticos enquanto condutores do comportamento e atitude de herança ibérica cordial e sua relação político-institucional no campo da política pública cultural no Estado do Amapá. A análise discute, a partir de uma ruptura com o homem cordial, a atitude empreendedora e as possibilidades de usá-la como instrumento de dinamização do setor público objetivando responder as demandas e insatisfação da sociedade frente à ineficiência do Estado.


[1] Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do Brasil, assenta seu raciocínio sociológico à luz da teoria weberiana. Nasceu em São Paulo, em 1902 e faleceu em 1982. Depois de lecionar em várias escolas superiores, tornou-se, em 1956, catedrático de História da Civilização Brasileira na Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo. É também autor de, entre outros, Cobra de vidro (1944), Caminhos e fronteiras (1956; Companhia das Letras, 1994), Visão do paraíso (1958), Livro dos prefácios (Companhia das Letras, 1996) e O espírito e a letra (Companhia das Letras, 1996). (HOLANDA, 1995).


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DOI: http://dx.doi.org/10.18468/pracs.2017v10n1.p69-96

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