Políticas Editoriais

Foco e Escopo

A PRACS: Revista Eletrônica de Humanidades do Curso de Ciências Sociais da UNIFAP (ISSN 1984-4352) tem por objetivo a divulgação da produção científica regional, nacional e internacional na área de humanidades diante dos seus debates interdisciplinares e plurais, com atenção especial às discussões do âmbito da Ciência Política, das Relações Internacionais, do Planejamento Urbano e Regional / Demografia e da Educação. Está aberta, portanto, para colaborações do Brasil e do exterior. Os procedimentos de análise e apreciação dos artigos pelos pareceristas são realizados com o anonimato dos autores dos respectivos trabalhos e pareceristas (avaliação cega). O prazo de recebimento das contribuições de artigos é com fluxo contínuo. Está indexada em diversas bases de dados nacionais e internacionais.

A PRACS prioriza publicações de autoria ou co-autoria doutoral, respeitando contudo a diversidade de saberes das áreas com sensibilidade sobre os diferentes padrões, níveis e lógicas de cada campo do conhecimento.

A PRACS surge no âmbito da Universidade Federal do Amapá e, mais especificamente, do Departamento de Fliosofia e Ciências Huamans, francamente relacionada com Programas de Pós-Graduação como o de Estudos de Fronteira (PPGEF), o Mestrado em Desenvolvimento Regional (PPGMDR) e os diversos relativos ao debate do Ensino, com a intenção de participar e, com sucesso, fortalecer tais discussões. A abrangência dessas áreas permite aos colaboradores publicarem artigos multidisciplinares e que apresentem a atmosfera acadêmica de produção do conhecimento em um mundo globalizado, complexo e contraditório. Tendo por matéria-prima a realidade, os artigos elaborados a partir dela terão como pano de fundo de suas interpretações a perplexidade, a dúvida e as possibilidades que marcam o ambiente intelectual do início do milênio. É com o propósito de trazer à tona o espírito desse tempo que foi produzida esta revista. Obviamente, ela não pode deixar de fora as comunicações científicas convencionais, os comentários rápidos, os relatos de experiência e revisões que atualizam e substanciam os referenciais teóricos da atualidade. Mas o eixo da revista é o olhar críitico sobre o presente com o olhar do presente. O olhar polêmico e atento pronto para integrar novos e velhos paradigmas. Pronto para avançar além do acúmulo de dados coletados e de gráficos e tabelas apresentadas. Pronto para participar do novo olhar científico que se aponta no horizonte.

 

Políticas de Seção

Dossiê: Cidades nas (das) fronteiras, fronteiras nas (das) cidades: cultura, modos de vida e pluralidades urbanas

CIDADES NAS (DAS) FRONTEIRAS, FRONTEIRAS NAS (DAS) CIDADES: CULTURA, MODOS DE VIDAS E PLURALIDADES URBANAS

Organizadores

Ana Cecilia Salazar Vintimilla -  Universidad de Cuenca (Equador)

Jesus Marmanillo Pereira - Universidade Federal do Maranhão (Brasil)

Paola Verri de Santana – Universidade Federal do Amazonas (Brasil)

Luciano Magnus de Araújo -Universidade Federal do Amapá (Brasil)

 

Sendo um país continental, a compreensão heterogênea das lógicas urbanas tem se constituído como um grande desafio para os estudos urbanos no Brasil. Os mais diversos processos de “colonização” e “integração” geraram uma variedade de cidades, visões e compreensões a respeito do viver urbano, configurando, assim, um rico campo de pesquisa nas regiões norte e oeste do pais. 

Acreditando que tais cenários possibilitem o exercício de reflexão e contextualização sobre os modelos analíticos (clássicos e contemporâneos) da Sociologia, Geografia, Antropologia, História, arquitetura, urbanismo e áreas afins; e que sirvam de base para problematização de conceitos, métodos e para o desenvolvimento de diálogos interdisciplinares, o presente dossiê tem como objetivo o debate em torno das cidades nas fronteiras, e as fronteiras na cidade. Isso significa pensar a noção de fronteira, não como algo estático e substantivo, mas como construção social em deslocamento - no tempo e espaço - que marca diferentes formas de ocupação, relação com a natureza, com significado cultural.

Por esse viés, espera-se suscitar a discussão em torno das questões identitárias, especialmente, nas cidades amazônicas, dos interiores e do oeste brasileiro, refletindo sobre as fronteiras geográficas, de compreensão histórica e sociais que condicionam as realidades analisadas - dentro e fora das cidades. Assim, acredita-se que seja importante um debate em torno da ruptura com os binarismos analíticos, e desenvolvimento de uma agenda de pesquisa focada na complexidade das urbes em contextos diversos. Mais que reificar visões e tensões entre subjetividades, objetividades, homogeneidade, heterogeneidades, local, nacional e global, busca-se pensar tais cidades a partir da relação entre o “eu”, o “outro” e a constituição de paisagens urbanas que emergem como teias complexas que envolvem essas possibilidades e variedades humanas.

Busca-se, portanto, pesquisas que demonstrem aproximações e afastamentos epistemológicos com o estado da arte da pesquisa urbana nacional. Objetiva-se agregar artigos e ensaios que tragam temas como: a tensão entre modernidade e tradição, os discursos sobre a cidade, “desenvolvimento” urbano na Amazônia, nos interiores e no Oeste brasileiro, imagens urbanas, as tensões culturais, composições sociais e migrações, arte urbana, imaginário urbano nas fronteiras, pluralidade nas cidades. Da mesma forma, buscamos pesquisas em andamento, ou concluídas, que desenvolvam tais abordagens no âmbito da América Latina e/ou, em cidades binacionais, gêmeas, nas fronteiras e outras situações que demonstrem a importância da cultura e as pluralidades da urbe.

 

 

 

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Dossiê: Ensino de Sociologia

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Dossiê: Antropologias Hoje

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Dossiê: Laicidade, Intolerância Religiosa e Paganismo

Organizadores:

Francisca Verônica Cavalcante (UFPI)

Marcos Vinicius de Freitas Reis (UNIFAP)

Recebimento de textos até: 31 de agosto de 2021

        Este dossiê tem por objetivo reunir pesquisas que discutam processos de laicidade, intolerância religiosa e o fenômeno do paganismo na América Latina e no Brasil onde o campo religioso é formado por uma diversidade religiosa e espiritual cuja dinâmica de aumento ou diminuição de adeptos nas diversas religiões e novas formas de vivenciar a espiritualidade traz à tona um/a interlocutor/a contemporâneo/a que apresenta experiências de práticas e rituais marcadas por sociabilidade e individualismo religioso e, nos servem para pensar as relações de poder estabelecidas entre Estado, religiões e novas formas de vivenciar a espiritualidade. Sabe-se que o fenômeno da laicidade apresenta intrínseca relação com as características históricas e culturais de cada nação onde esse processo se dá imprimindo maneiras de ser, agir, sentir e pensar em seus diferentes contextos.

        Constitucionalmente o Brasil é um país laico. O respeito de ter ou não ter uma religião cabe ao indivíduo fazer esta escolha. O papel do Estado é garantir a liberdade religiosa e a coexistência pacifica entre os grupos religiosos e não religiosos. Na prática não funciona bem assim. Existem grupos religiosos que são marginalizado a respeito das políticas públicas do Estado (quando são feitas) no combate a intolerância religiosa, a exemplo dos grupos identificados com o paganismo.

        Quando fazemos a alusão aos grupos religiosos pagãos é natural serem taxados de “bruxos” ou “demônios” ou outros estigmas sempre associados com a questão do mau. Tais vinculações dificultam que o Brasil tenha tratamento igual a todas as expressões religiosas. Não são raras as situações em que adeptos desta(s) corrente religiosas são apedrejados, perseguidos, insultados, dificuldades de exercerem suas atividades religiosas em locais a céu aberto, as escolas públicas e privadas ensinam de forma pejorativa seus saberes, fora a não atenção das bancadas políticas em prol de suas demandas na defesa da laicidade.

        No tocante a produções acadêmicas ainda são poucos os trabalhos que acerca do universo do paganismo no Brasil e no mundo. E quando falamos de laicidade, intolerância e discriminação pouco conhecemos como estes grupos religosos lidam com isto e vivenciam isto.  A intenção é reunir pesquisas que abordem a temática da intolerância religiosa, isto é, o desrespeito e o acirramento de ataques das igrejas neopentecostais contra as religiões afro-brasileiras, verificados nas últimas três décadas no Brasil e em outros países da América Latina, especialmente Argentina e Uruguai, onde estas religiões encontram-se em processo de expansão. A atenção também se volta para a intolerância relativa às novas formas de vivenciar a espiritualidade, denominadas de religiões pagãs, aquelas que não estão vinculadas a instituições religiosas.

        O paganismo ou o neopanganismo, nome atribuído ao fenômeno relativamente novo ressurgido na sociedade contemporânea, designa a cultura espiritual que lança mão de tradições antigas e novas, centrada na percepção da Terra como sagrada. Ressalta-se a importância de pesquisas sobre paganismo por ser um fenômeno pouco investigado, mesmo nos Estados Unidos e na Inglaterra, onde o fenômeno é presente desde a era pré-cristã, mas que ganhou maior visibilidade social com o ressurgimento nos anos de 1960. Sabe-se que o paganismo, ou Pagan Studies, nestes países europeus, apresenta uma produção recente extremamente proveitosa.

        No Brasil, os trabalhos publicados se reduzem, em sua maioria, à religião Wicca, uma das religiões deste universo de divindades e poderes mágicos, que alavanca poderosas redes de produtos e serviços na busca incessante pela qualidade de vida, e com uma proposta de nova relação homem-natureza-cultura, diferenciada da relação de dominação vigente no iluminismo. Entretanto, a partir do movimento da contracultura dos anos 1960, o/a fruidor/a do Neopaganismo se autodeclara como um continuador das tradições religiosas dos antigos povos pré-cristãos europeus, particularmente os celtas, gregos, germanos e nórdicos. Mas, ainda tem-se a replicação dessas tradições em religiões pagãs surgidas em anos recentes, em países da América Latina, como no nordeste brasileiro, em que os fruidores fazem uma interconexão do panteão dos antigos povos europeus com povos das Américas, com as práticas rituais do xamanismo dos indígenas americanos e dos povos siberianos.

        Observa-se nas vivências desses espaços pagãos ou holísticos a importância fundamental em seus princípios das seguintes temáticas: Ecologia, Ecofeminismo, a imanência da divindade e a sacralização da natureza. Centrados no autoconhecimento, na questão ecológica e nas experiências místicas. Chama-se atenção para o uso das tecnologias de comunicação que servem de mediação entre adeptos/as, fruidores/as e lideranças religiosas e espirituais de instituições religiosas e espaços holísticos que estabelecem uma mercantilização do sagrado sub-repticiamente sacralizando este mercado. A demanda espiritual e religiosa e seus produtos e serviços aumentam em momentos de crises, observa-se na pandemia do COVID19 em ato, em esfera mundial, o crescimento virtual deste mercado de bens simbólicos.   Assim, incentivamos o envio de contribuições que explorem as referidas temáticas e as possíveis interconexões e aglutinações de saberes e fazeres entre elas com vistas a contribuir para a ampliação do discurso sobre Laicidade, intolerância religiosa e paganismo.

 

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Dossiê: Fronteira, Cultura e Políticas Públicas na Amazônia

Organizadoras: 

Kátia Cilene do Couto (UFAM)

Carmentilla das Chagas Martins (UNIFAP)

Recebimento de artigos até 31 de agosto de 2021

Contemporaneamente a fronteira se constitui numa categoria para pensar as diversas transcendências e/ou imanências que assinalam as existências dos indivíduos, sejam singulares, sejam coletivos. No cumprimento dessa função epistêmica, a fronteira passa a permear todo pensamento das ciências humanas, grande área na qual assume maior capacidade heurística.

A fronteira se converte em uma metáfora que funciona para pôr em relevo intersecções, relações, disjunções, servindo sua imaginação para evidenciar travessias, trânsitos, rupturas, continuidades, circulações. Em relação a esses deslocamentos de significado este dossiê traz como proposta tomar a fronteira como ponto de partida para discutir processos, contextos, eventos, fenômenos vivenciados pelas populações amazônicas.

A perspectiva adotada se refere a elaboração de políticas públicas que considerem romper com visões que exotizam ou homogeneizam as diferenças culturais, aqui tomadas como condição dos modos de ser, pensar e viver nas múltiplas realidades da Amazônia. Assim sendo o dossiê pretende reunir estudos, concluídos ou em desenvolvimento, que tragam resultados finais ou parciais sobre os deslizamentos de significados que têm a fronteira como chave de interpretação.

Toma-se como premissa a configuração de um debate, do qual possam ser abstraídas questões não resolvidas, hipóteses carentes de verificação, metodologias inovadoras, com vistas a configurar um cenário com proposições teóricas e/ou metodológicas afirmativas que fortaleçam o ambiente semântico que subsidiam a elaboração de políticas públicas. 

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Estudos Amazônicos

Esta seção publica artigos de pesquisas interdisciplinares sobre Amazônia. Contempla-se amplo escopo de abordagens disciplinares, desde as humanas: como sociedade, cultura, política, economia, geografia; até dimensões naturais: como abrodagens ambientais, ecológicas, climatológicas e sobre a biodiversidade, em suas relações com a dimensão humana.

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Ensino de Ciências

Esta seção visa a reunir pesquisas sobre Ensino de Ciências. São bem-vindas pesquisas sobre Ensino de Ciências Humanas, desde as mais popularizadas como Ensino de Sociologia, Ensino de História, Ensino de Geografia, Ensino de Direito etc; bem como pesquisas em Ensino de Ciências Naturais e Exatas, como Ensino de Matemática, Ensino de Física, Ensino de Biologia, Ensino de Paleontologia etc.

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Tecnologia e Sociedade

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Metodologia das Ciências Sociais

Esta seção reúne artigos e reflexões sobre metodologia das ciências sociais, contemplando reflexões sobre técnicas de pesquisa, desenhos de pesquisa, epistemologias e reflexões questões éticas em pesquisa em humanidades.

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Pesquisa em Teoria das Ciências Humanas

A seção de Pesquisa Teórica em Ciências Humanas abriga textos oriundos de pesquisa e reflexões nos mais diversos âmbitos das Teorias das Ciências Humanas. Esta seção visa reunir pesquisas, ensaios teóricos e revisões bibliográficas sobre vertentes epistemológicas, tradições teóricas, abordagens teórico-metodológicas e conceitos das Ciências Humanas. Contempla-se reflexões sobre a gênese e trajetória de conceitos e abordagens teóricas; comparações e contrastes entre distintos conceitos e distintos paradigmas; e reflexões sobre a aplicação de conceitos ou teorias a determinados campos temáticos ou empíricos.

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Artigos

Os trabalhos poderão ser submetidos por estudantes de pós-graduação, professores, pesquisadores e profissionais graduados, desde que em consonância com as informações contidas nas Diretrizes para Autores.

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Fórum: Debates e Ensaios

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Entrevistas

Esta seção publicam-se entrevistas realizadas com um indivíduo ou grupo de pessoas notórias, no âmbito acadêmico, cultural e científico. Deve ter entre 10 a 20 páginas.

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Resenhas de Livros, Teses e Dissertações

Aceita resenhas de 04 a 07 páginas, de livros lançados ou teses e dissertações defendidas nos últimos dez (10) anos.  Livros e Teses/Dissertações resenhadas podem dialogar com as áreas das humanidades em geral, com aquelas definidas nas otras seções da Revista Pracs, bem como de áreas de ciências naturais e exatas que dialoguem com os estudos Amazônicos. Deve ser inserido no desenvolvimento do texto uma imagem da capa do livro resenhado ou da tese/dissertação, obrigatoriamente.

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Relatos Etnográficos

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Ensaios Fotográficos

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Documentos e Conferências

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Experiências de Extensão e de Ensino

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Processo de Avaliação pelos Pares

Os artigos serão avaliados pelo Conselho Editorial da Revista e, se aprovados, serão encaminhados à avaliação dos pareceristas. Após as devidas correções e possíveis sugestões, o artigo será publicado se tiver parecer favorável, e recusado se tiver parecer desfavorável. A avaliação é "duplo cego", isto é, sem identificação dos autores e suas respectivas titulações, bem como dos avaliadores externos, observando-se o sigilo em ambos os casos.

 

Periodicidade

PRACS: Revista Eletrônica de Humanidades do Curso de Ciências Sociais da UNIFAP foi publicada de 2008 a 2013 com periodicidade anual. A partir do ano de 2014, sua periodicidade é semestral e o recebimento das submissões é ininterrupto. Adota a política de publicação imediata dos trabalhos aprovados após o processo de avaliação de mérito, revisão de língua portuguesa, normalização e diagramação de layout. Os textos dos artigos são publicados individualmente no Sumário de cada fascículo assim que são finalizados os seus procedimentos editoriais. Desta forma, o sumário de um novo fascículo poderá ter sua editoração incompleta até que todos os seus artigos estejam finalizados.

 

Política de Acesso Livre

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.

Sem taxas de submissão de artigos - Não são cobradas taxas dos autores referentes à submissão de artigos (No submision charges).

Sem taxas de processamento de artigos - Não são cobradas taxas dos autores referentes ao processamento de artigo (No article processing charges).

A revista adota a política do copyleft, isto é, após a publicação é livre a reprodução para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados.

 

Arquivamento

Esta revista utiliza o sistema LOCKSS para criar um sistema de arquivo distribuído entre as bibliotecas participantes e permite às mesmas criar arquivos permanentes da revista para a preservação e restauração através do Manifesto de Publicação do LOCKSS. Saiba mais...

Preservação Digital - os artigos publicados na PRACS: Revista Eletrônica de Humanidades do Curso de Ciências Sociais da UNIFAP estão em processamento de preservação digital por meio da Rede Cariniana (Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital), órgão vinculado ao IBICT/MCTI. As edições da revista que já foram publicadas, de 2008 a 2014, foram verificadas e aprovadas pela Rede Cariniana (status: released), e as edições de 2015 são candidatas a testes de pré-preservação (status: manifest). Confira em: .

 

Avaliação Qualis - CAPES

PRACS: Revista Eletrônica de Humanidades do Curso de Ciências Sociais da UNIFAP na avaliação Qualis - CAPES, ano de 2013,  foi classificada nas seguintes áreas:

Área de avaliação

Estrato

Administração

B3

Ensino

B1

Geografia

B4

Interdisciplinar

B4

Planejamento Urbano e Regional/Demografia

B2

Psicologia

B3

Sociologia

B5

 

Dos aspectos éticos da pesquisa

Tratando-se de atividades de pesquisa que envolva experimentação com seres humanos e animais, o/s autor/es deve(m) observar as exigências da Resolução nº 196, de 20 de dezembro de 1995, do Conselho Nacional de Saúde (disponível em:http://dtr2004.saude.gov.br/susdeaz/legislacao/arquivo/Resolucao_196_de_10_10_1996.pdf), comunicando na metodologia do trabalho o parecer do Comitê de Ética em Pesquisa da(s) instiuição(ões) envolvida(s), bem como que os sujeitos assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Quando envolver produtos transgênicos, o Certificado de Biossegurança deverá ser comunicado na metodologia do trabalho, conforme Decreto Federal nº 1.752, de 20 de dezembro de 1995.

Se comprovado plágio em qualquer trabalho publicado, a Universidade Federal do Amapá isenta-se de qualquer responsabilidade, devendo o/s autor/es arcar(em) com todas as penalidades previstas em lei.

Quando houver uso de imagens, todos os procedimentos devem der adotados pelo/s autor/es. A Universidade Federal do Amapá isenta-se de qualquer ilegalidade cometida, sendo o ônus de possível irregularidade assumida pelo/s autor/es.

A aprovação do trabalho implica automaticamente a cessão dos direitos autorais relativos ao trabalho.

 

Ética de publicação e boas práticas

Publication ethics and malpractice statement

PRACS: Revista Eletrônica de Humanidades do Curso de Ciências Sociais da UNIFAP segue as diretrizes do Código de Conduta e Boas Práticas do COPE (Committee on Publication Ethics) e as submissões devem atender a essas diretrizes: para conhecimento do Código consulte o texto original em inglês ou sua tradução para o português.

 

Fator de impacto

PRACS: Revista Eletrônica de Humanidades do Curso de Ciências Sociais da UNIFAP possui o seguinte fator de impacto:

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