Angola um país de muitas faces: identidade e religiosidade

Micheline Tacia de Brito Padovani

Resumo


Utilizando a análise do discurso em Linha Francesa desenvolvida por Dominique Maingueneau, este artigo busca fazer uma análise da obra O planalto e a estepe, de Pepetela, partindo da premissa de que a religiosidade angolana caracteriza-se como muitos olhares discursivos que se cruzam na narrativa. Nos fundamentaremos em  Maingueneau (1997, 1998, 2002 e 2004) e Charaudeau (2004 e 2006), Chaves (2003), entre outros.  Angola é um país com diferentes aspectos identitários e religiosos que influenciam questões sociais e históricas. O objetivo deste artigo é investigar como o discurso colabora para a construção religiosa na narrativa.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18468/letras.2018v8n4.p07-18

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