Pontos cantados de pretos-velhos na Tenda Luz do Oriente: memória e ancestralidade

Mayara Cristiny Souza Martins Rodrigues, Ana Carolina Magno de Barros

Resumo


Este artigo é fruto do fechamento do curso de especialização em Estudos linguísticos e Análise literária realizado na Universidade do Estado do Pará, o qual tem como objetivo interpretar os pontos cantados advindos do terreiro de Umbanda Tenda Luz do Oriente, utilizando para isso a metodologia da cartografia e os conceitos de ancestralidade africana de Oliveira (2006) e memória para Ferreira (2003) como caminho para essa compressão. Assim, a pesquisa mostra-se em uma metáfora, divida em elementos do corpo: pés, coração e cabeça os quais apresentarão o trabalho, pois emergiram ao longo da pesquisa, dando forma e desenvolvimento para o trabalho.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18468/letras.2018v8n4.p151-164

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