O CHEIRO DO RALO E AS COMPLICAÇÕES DA FORMA ROMANESCA NO HORIZONTE DA INDÚSTRIA CULTURAL

Marília Corrêa Parecis de Oliveira

Resumo


O presente artigo discutirá algumas concepções teóricas sobre a forma romanesca e irá relacioná-las com a análise do romance O cheiro do ralo (2002), de Lourenço Mutarelli. Pretende-se questionar a noção de gênero problemático atribuída ao romance por Lukács (2000), entendendo que, conforme Fehér (1972), o romance não seria problemático, mas ambivalente. Objetivamos mostrar, ainda, como a obra analisada não comporta apenas as complicações propostas pelos teóricos sobre a forma do romance, mas abarca, também, as complexidades do contexto inescapável da indústria cultural.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18468/letras.2018v8n1.p569-593

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