“TÔ OUVINDO ALGUÉM ME CHAMAR”. LINGUAGEM E DIFERENÇA SOCIAL EM DEBATE

Suzi Frankl Sperber

Resumo


O tema da linguagem e da diferença de linguagem e social tiveram atualidade em 2011 por conta do livro Por uma vida melhor, proposto pelo MEC para escolas públicas de todo o Brasil. O pivô gerador de grandes debates foi o mal entendimento de capítulo que falava sobre variação linguística como condição necessária para que os professores compreendessem o seu papel na formação de cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade, de acordo com as exigências da vida e da sociedade. Para tanto o capítulo apresentou exemplos que foram exorcizados: “nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”. Constava: “A escola precisa livrar-se de alguns mitos: o de que existe uma única forma ‘certa’ de falar; a que se parece com a escrita; e o de que a escrita é o espelho da fala. Essas duas crenças produziram uma prática de mutilação cultural”.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18468/letras.2017v7n1.p349-360

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