SENTIR O PASSADO PELAS RUÍNAS DO MUNDO

Franklin F. Morais

Resumo


O objetivo deste artigo é interpretar a teorização de Flávio de Carvalho (em Os ossos do mundo e mais especificamente o ensaio “As ruínas do mundo”) sobre a relação humana com o passado. Intenta-se aventar as possíveis relações entre o pensamento de Flávio de Carvalho e campos epistemológicos que nascem no século XX (Antropologia e Psicanálise) para, a partir daí, tentar uma exegese do modo de visão do passado que o autor formula. O cotejamento entre a obra de Flávio de Carvalho e as disciplinas nascentes no século XX se deve às semelhanças e apropriações tanto em termos de vocabulário quanto de sistematização teórica.

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