Letras Escreve

Qualis CAPES B2

DOI: http://dx.doi.org.10.18468/letras.

Letras Escreve (ISSN 2238-8060) é um periódico semestral, com avaliação de pares, mantido pelos cursos de Letras Inglês / Francês da Universidade Federal do Amapá (Macapá-AP). Tem como missão divulgar produções científicas de pesquisadores de universidades do Brasil e do exterior e, consequentemente, fomentar o debate acadêmico nas áreas - aplicada e teórica - de Letras, Linguística e Literatura.

Letras Escreve is a peer-rewiewed biannual journal, sponsored by the School of Letters of the Universidade Federal do Amapá (Macapá - Amapá - Brazil). It aims to promote scholarly production in the Literacy field (Linguistic, Applied Linguistic and Literature), allowing researchers from Brazil and abroad to share their research in the theorectical and/or applied area.  


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Revista Letras Escreve - Chamada de Trabalhos

Chamada Letras Escreve - Dossiê temático: Literaturas da região das Guianas

A região das Guianas localiza-se no extremo norte da América do Sul e compreende o Amapá, a Guiana Francesa, o Suriname, a República da Guiana, além de parte de Roraima, Venezuela e Colômbia. Situada em pleno coração da floresta amazônica, sua pluralidade está na diversidade de povos que ali habitam, em suas mais variadas expressões artísticas e no processo migratório que caracteriza esse território e compõe um mosaico sociocultural. Em termos linguísticos, essa região reúne as línguas portuguesa, francesa, holandesa, inglesa, javanesa, indígenas e crioulas; quanto à expressão literária e cultural,  são incorporados, na forma estética, as contradições sociais presentes nas cidades, o imaginário e as representações do ribeirinho, do indígena e do crioulo, bem como a problematização de uma região que se situa à margem  dos grandes centros econômicos e de produção de conhecimento.

Tendo em vista esse espaço inscrito na heterogeneidade, este dossiê visa reunir artigos científicos com o fito de melhor compreender as literaturas produzidas na região das Guianas em seus múltiplos aspectos: histórico, sociológico, cultural, religiosos, entre outros. Serão aceitas contribuições que busquem problematizar a diversidade de percepções de mundo por meio de vozes marginalizadas, que tragam à tona a problemática da legitimidade do discurso, que discutam questões voltadas ao mercado editorial ou ao cânone literário, entre outras. Também serão aceitos artigos de temática livre e resenhas de obras literárias ou teóricas publicadas nos últimos 4 anos.

Organizadores:

Profª Drª Natali Fabiana Costa e Silva (UNIFAP)

Prof Dr Rosuel Lima Pereira (UG)

Profª Drª Juliana Pimenta Attie (UNIFAP)

Novo prazo final para submissão prorrogado até 30/08/2019

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EnGenderings: Writing Back to Empire

EnGenderings: Writing Back to Empire invites essay proposals for a Special Issue of the Journal Letras Escreve

We would like to examine gendered foundational myths of First Contact between Europe and its Others in literary and creative narratives. An enduring colonial and literary myth is that of the “founding mother” of colonized nations who made imperial contact possible. While in postcolonial times, these feminine figures may be reclaimed as national icons, the idea also persists of the woman as a facilitator to the colonizer’s arrival, entrance and dominance of the “discovered” lands. History and Literature are replete with figures such as Iracema from Brazil, Pocahontas from the United States, Malinche from Mexico and Patyeygarang from the Eora Nation in Australia). Triumphalist and masculinist narratives display a marked tension between recuperating these women as foundational to the birth of the postcolonial nation on the one hand, and erasing their contributions, experiences and [perspectives on the other.  This special issue invites scholars to present the story from the other side, with such historical female figures taking their place in the master narrative of European colonialism but with particular emphasis on their role in great world historical achievements or events, adventures and the of development of a nation.

This issue looks forward to receiving articles that challenge, subvert and deconstruct narratives centered in the Imperial thinking whether by means of the analysis of literary works which have already done so or through the critical reading of works based on the perspective of Western culture.

Convidamos à submissão de artigos que analisem os mitos fundadores gendrados que retomam ou representam o primeiro contato entre Europa e seus “Outros” em textos literários e não literários.

Um dos mitos coloniais mais persistentes é o das “mães fundadoras” das nações colonizadas, as quais teriam tornado possível o contato entre Império e Colônia. Embora em tempos pós-coloniais, essas figuras femininas sejam muitas vezes reivindicadas como ícones nacionais, também persiste a ideia da mulher como uma facilitadora da chegada, entrada e dominação do colonizador nas terras descobertas. A História e a Literatura são repletas dessas figuras, por exemplo a Iracema no Brasil, Pocahontas nos Estados Unidos, Malinche no México e Patyeygarang na Nação Eora da Austrália. Narrativas triunfalistas e masculinistas apresentam uma tensão marcada entre recuperar essas mulheres como fundadoras para o nascimento da nação pós-colonial por um lado e, por outro, apagar suas contribuições, experiências e perspectivas.

Diante disso, esse dossiê convida pesquisadores a apresentar a história a partir de outro olhar, com as figuras femininas históricas tomando seu lugar na narrativa do colonialismo europeu, com destaque no seu papel em grandes conquistas, eventos, aventuras históricas e no desenvolvimento da nação. Esperamos contribuições que desafiem, subvertam e desconstruam narrativas centradas no pensamento imperialista seja por meio da análise de trabalhos literários que já tenham partido desse outro olhar, ou a partir de leituras críticas de textos que se baseiam na perspectiva da cultura ocidental.

Organizadoras:

Profª Drª Juliana Pimenta Attie (UNIFAP)

Profª Drª Mridula Nath Chakraborty (Monash University)

Profª Drª Taís Matheus da Silva (IFSP)

Novo prazo final para submissão prorrogado até 30/08/2019

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Caros pesquisadores e pesquisadoras,

Temos o prazer de convidá-los a submeter trabalhos para os dois dossiês temáticos Gil Vicente, 500 anos de Auto da Alma e Trilogia das Barcas Literatura e Religião, que irão compor o volume 8, número 2, da Revista Letras Escreve, publicação eletrônica semestral dos cursos de Letras Português/Inglês e Português/Francês da Universidade Federal do Amapá (Macapá-AP), Qualis B2 (Linguística e Literatura). O prazo de envio dos trabalhos para os dossiês se dará até o dia 27 de setembro de 2018, através do endereço https://periodicos.unifap.br/index.php/letras/index, com publicação prevista para novembro de 2018.

A publicação recebe também, em fluxo contínuo, a submissão de resenha de livros (publicados nos últimos 5 anos), artigos e ensaios de temática livre que contemplem as áreas de Linguística, Linguística Aplicada, Estudos Literários, Crítica Literária, Teoria Literária, Tradução e Didática do Ensino de Línguas (Português, Inglês e Francês, principalmente).

Seguem as ementas dos dossiês:

Gil Vicente, 500 anos de Auto da Alma e Trilogia das Barcas

Considerado nome central do teatro português, Gil Vicente (1465?-1536?) é autor de extensa e diversa produção teatral. Desenvolveu sua arte na corte portuguesa do século XVI com grandeza e eloquência no plano da criação e dinamismo nas ideias cênicas. Ao longo de quase 35 anos de atividade contínua, a obra vicentina pode ser demarcada em função dos reinados em que exerceu seu oficio (de D. Manuel I, 1495-1521, e de D. João III, 1521-1557), tocando em temas e situações de cunho mais moral e religioso durante o primeiro período em que esteve também fortemente influenciado pelo mecenato de D. Leonor, a Rainha Velha, irmão de D. Manuel I; e encaminhando-se para temas mais cortesãos ou mais profanos no período seguinte, em que serviu a um jovem e cortês monarca, D. João III. De todo seu legado cênico, Gil Vicente nos deixou cerca de 5 dezenas de textos, reunidos na Copilaçam de todalas obras de Gil Vicente, publicada pela primeira vez em 1562, sob a responsabilidade do filho, Luís Vicente. No interior da Copilaçam, em seu primeiro livro, o de Devoções, quatro autos são aproximados no ordenamento dos textos: Auto da Alma (1518), o Auto da Barca do Inferno (1517), o Auto do Purgatório (1518) e o Auto da Barca da Glória (1519). Estes autos de moralidade são aproximados pelos temas de que tratam: o peregrinar da alma pela terra em busca da “eternal glória” e seu julgamento final. A encenação do tema é acompanhada pela exposição e crítica de distintas práticas religiosas e sociais, que são submetidas ao escrutínio de seu tempo. Completando 500 anos da representação dos quatro autos, entendemos que são atuais ou podem ser atualizados os temas, as práticas dramáticas, os recursos cênicos e as críticas que encenaram. Por isso, acreditando na força, vitalidade e atualidade desses textos, conclamamos todos que desejarem se juntar a nós nas comemorações dos 500 anos de Alma, Inferno, Purgatório e Glória, enviando suas contribuições para a Revista Letras Escreve, indicando desejo de participação no referido Dossiê.

Organizadores:

Profª Drª Elizabeth Dias Martins – UFC

Prof. Dr. Márcio Ricardo Coelho Muniz – UFBA

Prof. Me. Francisco Wellington Rodrigues Lima – UFC/IFCE

Prof. Me. Marcos Paulo Torres Pereira – UNIFAP 

Literatura e Religião

Tal como a literatura, em suas feições escritas ou orais, a religião é um dos elementos primordiais da maioria das sociedades. Como tal, representações de religiosidade sempre marcaram os textos literários. Escritores brasileiros como Machado de Assis, Jorge Amado e Adélia Prado marcam a representação do aspecto religioso em seus textos. Do mesmo modo, a literatura portuguesa é pautada por questões religiosas, desde seus primórdios, caso da obra de Gil Vicente, Luís de Camões, António Vieira, Eça de Queirós ou mesmo Fernando Pessoa. Abordagens sistemáticas sobre a relação entre o religioso e a literatura são recentes, tendo um aumento significativo de grupos e projetos de pesquisa que se debruçam sobre o assunto. A proposta deste Dossiê é reunir artigos que explorem representações do religioso na literatura, assim como as potencialidades literárias dos textos religiosos, focando as abordagens do sagrado, do sincretismo religioso, das religiosidades indígenas, da fé, do preconceito, da (in)tolerância religiosa, entre outras, na literatura.

Organizadores:

Prof.ª Dr.ª  Fernanda Santos – UNIFAP

Prof. Dr. Marcos Vinicius de Freitas Reis – UNIFAP

Prof. Ms. Marcos Paulo Torres Pereira – UNIFAP

Notícias

 

Chamada Letras Escreve - Dossiê temático: Literaturas da região das Guianas

 

Chamada Letras Escreve - Dossiê temático: Literaturas da região das Guianas

A região das Guianas localiza-se no extremo norte da América do Sul e compreende o Amapá, a Guiana Francesa, o Suriname, a República da Guiana, além de parte de Roraima, Venezuela e Colômbia. Situada em pleno coração da floresta amazônica, sua pluralidade está na diversidade de povos que ali habitam, em suas mais variadas expressões artísticas e no processo migratório que caracteriza esse território e compõe um mosaico sociocultural. Em termos linguísticos, essa região reúne as línguas portuguesa, francesa, holandesa, inglesa, javanesa, indígenas e crioulas; quanto à expressão literária e cultural,  são incorporados, na forma estética, as contradições sociais presentes nas cidades, o imaginário e as representações do ribeirinho, do indígena e do crioulo, bem como a problematização de uma região que se situa à margem  dos grandes centros econômicos e de produção de conhecimento.

 
Publicado: 2018-12-17 Mais...
 

Dossiê: EnGenderings: Writing Back to Empire

 

EnGenderings: Writing Back to Empire invites essay proposals for a Special Issue of the Journal Letras Escreve

We would like to examine gendered foundational myths of First Contact between Europe and its Others in literary and creative narratives. An enduring colonial and literary myth is that of the “founding mother” of colonized nations who made imperial contact possible. While in postcolonial times, these feminine figures may be reclaimed as national icons, the idea also persists of the woman as a facilitator to the colonizer’s arrival, entrance and dominance of the “discovered” lands. History and Literature are replete with figures such as Iracema from Brazil, Pocahontas from the United States, Malinche from Mexico and Patyeygarang from the Eora Nation in Australia). Triumphalist and masculinist narratives display a marked tension between recuperating these women as foundational to the birth of the postcolonial nation on the one hand, and erasing their contributions, experiences and [perspectives on the other.  This special issue invites scholars to present the story from the other side, with such historical female figures taking their place in the master narrative of European colonialism but with particular emphasis on their role in great world historical achievements or events, adventures and the of development of a nation.

 
Publicado: 2018-12-17 Mais...
 
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v. 8, n. 4 (2018): Literatura e Religião (II)

Sumário

Editorial

Editorial - v.8, n.4 (2018)
 
01-06

Dossiê "Literatura e Religião"

Micheline Tacia de Brito Padovani
07-18
Marília Angélica Braga do Nascimento
19-27
Filipe de Oliveira Guimarães
29-36
Mariana Antônia Carvalho, Francisco Célio da Silva Santiago
37-45
Karina Masci Silveira Raydan
47-60
Carina Monteiro Dias, João Cláudio Arendt
61-68
Éderson Luís Silveira, Wilder Kleber Fernandes de Santana
69-79
Rossana Tavares Almeida, Íracles Andressa Pessoa de Andrade Sobreira
81-95
José Paulo Cruz Pereira
97-114
Izabella Maddaleno
115-128
Laura Cabezas
129-140
Alexsandro Melo Medeiros
141-150
Mayara Cristiny Souza Martins Rodrigues, Ana Carolina Magno de Barros
151-164
Luiza Liene Bressan, Ana Caroline Voltolini Fernandes, Heloisa Juncklaus Preis Moraes
165-178
Pedro Silva Goudard Cruz, Thiago Soares de Oliveira, Felipe Vigneron Azevedo
179-188

Seção Livre de Artigos de Literatura

Lílian Latties
189-201
Luana Uchôa Torres
203-211
Priscila Pesce Lopes de Oliveira
213-227
Valdemar Valente Junior
229-240

Ensaio

Suzi Frankl Sperber
241-243
Carlos Henrique Peixoto de Oliveira
245-252