Paralelos entre teoria estética e teoria social na crítica de Adorno ao jazz

Bruno Pimentel Franceschi Baraldo

Resumo


O artigo pretende analisar o modo como Adorno entrelaça teoria estética e teoria social nas críticas que direciona à música de entretenimento, em particular ao jazz, especialmente nos escritos que dedicou ao tema ao longo dos anos trinta. Interessa explorar o modo como Adorno vincula suas análises musicológicas acerca das características do jazz – de seu princípio rítmico, fundado na síncope, e de sua sonoridade típica – com os seus diagnósticos de grande alcance no campo da teoria social, os quais são apoiados pela crítica imanente da obra de arte musical e pelas reflexões acerca das funções sociais da música no âmbito de sua mercantilização.


Palavras-chave


Adorno; Filosofia da música; Indústria cultural

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