UNZUNZOTAS: as mulheres com quem ando não me deixam só

Ana Socorro Ramos Braga

Resumo


RESUMO: Este artigo visa socializar o meu processo de pesquisa com as dançaderas do tambor de crioula, que é uma dança afro-brasileira praticada no Estado do Maranhão por homens e mulheres que se dividem basicamente em três funções: batedor, cantador e dançadera. Abordo alguns momentos do processo pelo qual eu me tornei dançadera. A minha abordagem é feita na modalidade teatro em comunidade que, por sua vez, me instiga a criar estratégias dialógicas de aproximação com as pessoas e seus modos de conhecer e transmitir conhecimento. Por fim, discuto como os procedimentos de pesquisa e as experiências vivenciadas se refletem na utilização do termo unzunzoto como modo de estar em relação no tambor, sendo esta uma das caracteristica desta performance afro-brasileira.

 

Palavras-chave: Tambor de Crioula, Dançadera, Unzunzoto, Maranhão


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DOI: http://dx.doi.org/10.18468/iaca.2020v3n2.p17-30

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