LUZ, MELATONINA E ESTRESSE OXIDATIVO NA PISCICULTURA

Claudio Alberto Gellis de Mattos Dias, Diego Santos Fagundes, Amauri Gouveia Junior, Maria Divina Murillo Lopez de Silanes, Júlio César Sá-Oliveira

Resumo


Em peixes, como nos mamíferos, partes do sistema nervoso estão envolvidas em mecanismos para regulação dos sistemas corporais em sintonia com o meio. O fotoperíodo é traduzido em informações fisiológicas a partir da secreção de melatonina.Parece não haver barreiras morfofisiológicas para esta indolamina, isto é, a melatonina perfunde-se rapidamente em cada célula do organismo e em alguns casos interage com receptores e membrana situados na superfície celular, e parece estar ligada à ingestão de alimentos, crescimento e atividade locomotora de peixes. São moléculas importantes metabolizando espécies reativas de oxigênio a produtos inativos e, portanto, reduzindo o dano oxidativo.Este trabalho tem por objetivo fazer um breve levantamento em artigos recentes sobre luminosidade, melatonina e o estresse oxidativo em peixes, e correlaciona-los com piscicultura. Concluímos que a luminosidade parece estar ligada a produção de melatonina, e esta molécula antioxidante, que favorece a redução do estresse oxidativo, parecem melhorar o desempenho na produção de peixes em criadouros.

Palavras-chave: Melatonina, estresse oxidativo, piscicultura.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18561/2179-5746/biotaamazonia.v3n3p169-176

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