AVALIAÇÃO DO GANHO DO PESO DE TAMBAQUI CULTIVADO COM DIFERENTES TAXAS DE PROTEÍNAS NA ALIMENTAÇÃO

Raniere Garcez Costa Sousa, Gilmar Ferreira Prado, Jairo Idelfonso Guimarães Pyñeiro, Eloi Bispo Bezerra Neto

Resumo


O presente estudo ocorreu no período de setembro a dezembro de 2014, com a finalidade de avaliar a influência do uso de rações com diferentes concentrações de proteína bruta – PB (28% e 32%), no ganho de peso do tambaqui Colossoma macropomum alimentado com essas dietas distintas. Para tal, foram analisados 500 exemplares de tambaqui com peso médio inicial de 225,33 g ± 11,31 e cultivados até a fase de abate com ≈ 1000 g, estes indivíduos foram divididos e cultivados em tanques separados. Biometrias quinzenais foram realizadas utilizando 10% de cada grupo aleatoriamente, para mensurar as variáveis de peso (g) e comprimento (cm). Ao mesmo tempo, dados relacionados aos parâmetros limnológicos dos tanques foram coletados. O conjunto de informações colhidas foram posteriormente utilizadas para os cálculos estatísticos, empregando o pacote estatístico Statistic 9.0, onde foi considerado α = 0,05 estatisticamente significante em todas as análises. Os resultados mostraram que os teores proteicos de 28 e 32% de proteína bruta na ração não influenciaram significativamente nas variáveis ganho de peso e comprimento do tambaqui entre os diferentes grupos testados. Ainda, a ração com menor teor proteico 28% PB foi a mais adequada para o cultivo da espécie por apresentar um melhor custo benefício na produção.

Palavras-chave: Colossoma macropomum, conversão alimentar, teores proteicos, dieta.


Texto completo:

DOWNLOAD DO ARQUIVO (PDF)


DOI: http://dx.doi.org/10.18561/2179-5746/biotaamazonia.v6n1p40-45

Direitos autorais 2016 Biota Amazônia (Biote Amazonie, Biota Amazonia, Amazonian Biota)

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.