TEATRO DO OPRIMIDO
dos movimentos sociais à educação do campo
Palavras-chave:
Teatro do Oprimido, Universidade, Educação do Campo, Movimentos sociaisResumo
O artigo analisa o percurso de assimilação do Teatro do Oprimido pela Licenciatura em Educação do Campo da Universidade de Brasília, destacando a importância do processo de socialização dos meios de produção da linguagem teatral empreendido por Augusto Boal e pelo CTO entre os anos de 2001 a 2005, que formou um grupo de curingas militantes do MST empenhado em formar grupos e ministrar oficinas em territórios da reforma agrária e escolas do campo. As metodologias e formas do Teatro do Oprimido são acionadas para trabalhar questões relativas à experiência dos educandos do curso, na ação em comunidade e no trabalho no âmbito escolar. A pesquisa analisa o desdobramento de dezoito anos de trabalho com teatro no curso, nas esferas articuladas do ensino, da extensão e da pesquisa, destacando os avanços, os limites e os desafios da experiência em andamento.